Comandante Geral da Polícia Nacional "passa receita" para anular confusão durante a paralisação dos serviços de táxi
Em sede da paralisação dos serviços de táxi, por 3 dias, a partir do dia 28 do mês em curso, com propensão de vandalização de bens públicos e outros actos criminais, o Comandante Geral da Polícia Nacional Angolana (PNA), Francisco Monteiro Ribas da Silva, insta todos efectivos a elevarem as medidas operacionais em todo o território nacional.
Por: Lito Dias
Segundo uma directiva a que este Jornal teve acesso, as medidas policiais têm em conta o impedimento do carregamento de passageiros em alguns pontos de grande concentração popular, incluindo dos transportes públicos e particulares;
Face ao impedimento pelos grevistas da circulação de veículos particulares e de transporte de passageiros, sob pena de arremesso de pedras ou vandalização;
Olhando para o impedimento de que são vítimas os cidadãos de concorrerem aos serviços de moto-táxi para sua locomoção, sob pena violência física contra os mesmos; vandalizar superfícies comerciais de bens públicos e privados;
Face à criação de bloqueios nas principais vias com queima de pneus e contentores de lixo; a Polícia Nacional adoptou algumas medidas, cabendo aos Comandos Provinciais:
Aumentar a presença e a vigilância policial nas paragens de maior concentração de passageiros; dialogar com os responsáveis das placas de táxi a fim de se evitar o cometimento de ilícitos penais e incivilidades; destacar a URP em pontos estratégicos para intervenção oportuna em actos de desordem pública; identificar os principais elementos que estão a incitar desordem pública (cabendo tal responsabilidade ao DINFOP e DIIP); recolher informações de interesse sobre a paralisação dos serviços de táxi;
Recolher informações de interesse operacional junto dos oficiais de baixa viabilidade;
Identificar indivíduos que instiguem actos de desordem pública com vista a responsabilizá-los.
À PIR cabe manter em prontidão as suas unidades em todo o país para situações de necessidade de intervenção do 3° NÍVEL, sobretudo em Luanda e Icolo e Bengo; reforçar a segurança de todas as unidades; e devem todas as unidades manter as suas forças em prontidão para reforço aos Comandos Provinciais.







