Taxista no Hoji-ya-Henda morre por disparo de arma de fogo durante os tumultos da paralisação dos serviços de táxi
Um cidadão nacional que em vida atendia pelo nome Suamu Eduardo, de 43 anos de idade, taxista, residente no bairro do Prenda, morreu na via pública após ter sido atingido por disparo de arma de fogo no município do Hoji-ya-Henda, na manhã de terça-feira, 29, quando se encontrava numa placa de táxi com os amigos.
Por: Alfredo dos Santos Talamaku
A vítima encontrava-se com os amigos na placa de táxi "Vila Nova", localizada no Hoji-ya-Henda, por volta das 9 horas da manhã.
De acordo com um dos seus amigos, o jovem cresceu no bairro da Petrangol, na rua do Sodofil e durante muito tempo exerceu a actividade de taxi, tendo posteriormente se mudado para o Prenda.
"Era um taxista muito conhecido, mas durante muito tempo que não vinha ao bairro depois de ter se mudado para o Prenda, porque depois começou a trabalhar como camionista", contou o amigo.
O nosso entrevistado avançou que mais tarde o amigo deixou a actividade de camionista e voltou a actividade de táxi.
"Nem consigo acreditar que depois de muito tempo ele apareceu para ver os amigos e acabou por ser morto pela polícia", lamentou.
"Ele estava na placa com os amigos e colegas, assim que notaram que as coisas estavam a piorar decidiram sair do local, foi no mesmo momento que a polícia perseguia as pessoas com disparos e foi atingido, o tiro entrou pelas costas e saiu pelo peito, ainda tentamos socorrer para o Hospital dos Cajueiros, mas não foi a tempo", lamentou.
O Na Mira do Crime soube que o malogrado deixa esposa e filhos.







