Arrancou esta-sexta-feira - Julgamento do “Caso Charlene”: Vítima estava grávida de oito meses e foi supostamente assassinada pela própria irmã porque "namorava" com o cunhado
O julgamento dos arguidos Catarina Daniela António (“Dadá”), Domingos Rafael Njamba e Manuel António Luvumbo, acusados do homicídio qualificado de Charlene Lussevikueno António, à data do homicídio grávida de oito meses, está aberto ao público, esta sexta-feira, 15, na sala de crimes comuns, efecta ao Tribunal da Comarca de Mbanza Kongo.
Por: Lito Dias
O caso, que chocou o país e despertou forte clamor social, entra na sua fase de julgamento, onde serão apresentados testemunhos, provas periciais e argumentos das partes.
A presença do público é permitida, respeitando as normas de conduta e segurança determinadas pelo Tribunal.
Segundo uma fonte a que este Jornal teve serventia, o acesso à sala será feito por ordem de chegada e limitado à capacidade do espaço.
De lembrar que a Jovem Charlene foi assassinada grávida dentro de casa, supostamente pela própria irmã, identificada por Catarina, de 17 anos de idade, com quem vivia, após ser descoberta que namorava com o cunhado.
A jovem confessou o crime, alegando que o fez para a irmã não contar ao irmão que roubou o seu dinheiro, uma revelação que não convenceu o SIC.
As investigações indicam que a jovem terá sido influenciada por razões passionais, consubstanciadas no envolvimento amoroso com o marido da irmã, e para consumar o hediondo crime terá sido ajudada por um cúmplice.
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