Serviço penitenciário matriculou mais de 6 mil reclusos no ano lectivo 2025-2026, abertura teve lugar no EP Calomboloca
Teve lugar nesta segunda-feira, 08, a abertura oficial do ano lectivo penitenciário 2025/2026, no sistema penitenciário nacional, presidido pelo Director Adjunto do Serviço Penitenciário para a Área Administrativa, Comissário Prisional, Cristóvão Inocêncio dos Anjos, ocorrido na província do Icolo e Bengo, no Estabelecimento Prisional de Calomboloca, escola nº 1020.
Por: Edilson Pinto
Ladeado pelo Subcomissário Prisional, Mateus André, director provincial do serviço penitenciário do Icolo e Bengo, pela Subprocuradora titular do Icolo e Bengo, Neusa da Fonseca, pelo Superintendente prisional Manuel Cunha Armando, Director Nacional de Assistência e Reabilitação Penitenciária, ainda pelo chefe do Departamento de Educação e Ensino da província, Guimarães Manuel.
Após momentos culturais protagonizado pelos reclusos e intervenções de alguns membros do presidiu, David Alfredo, um dos reclusos, agradeceu os esforços envidados pela direcção do referido centro penitenciário, liderado pelo Superintendente-chefe Prisional, Menezes Cassoma, e ao Ministério da Educação pela brilhante iniciativa da implementação da educação nos centros de correcção penal, particularmente o de Calomboloca.
O ponto mais alto foi a abordagem do Comissário Prisional, Cristóvão Inocêncio dos Anjos que frisou a importância do ensino "pois é nele que se pode encontrar competências e conhecimentos do ponto de vista académico, científico e cultural, constituindo um elemento transcendental para actividade de reabilitação e reintegração social dos reclusos".
No ano letivo 2025/2026, disse o oficial comissário, o serviço penitenciário matriculou 6.500 reclusos da 1ª a 12ª classe, superando os 6.025 inscritos no ano passado, quando 3.220 transitaram de classe.
"Neste momento, o sistema correcional conta com 13 escolas, 121 salas de aula, 11 bibliotecas e professores capacitados pelo Ministério da Educação reforçando o investimento na formação e na construção de novas oportunidades para os reclusos na reinserção a sociedade", concluiu.







