No Lubango: moradores alertam a polícia que mais de trinta elementos do grupo de marginais “mini louvados” precisam ser desmantelados devido ao aumento da delinquência no bairro da Lalula
Moradores do bairro da Lalula zona M, concretamente no Catoto, pedem a intervenção da polícia nacional, no sentido de desmantelar o grupo de marginais os "mini louvados" devido a alta de delinquência que se regista na região do Lubango província da Huíla.
Por: Laurentino Tchatuvela (Huíla)
Luís Teixeira, residente no bairro, explicou ao Na Mira do Crime que o grupo em referência tem causado grande preocupação entre os moradores, segundo afirmou, trata-se de adolescentes, em número superior a 30, que circulam com facas e outros objectos cortantes, crescentou ainda que alguns dos supostos mentores do grupo os "Louvados" já estão na cadeia.
“A partir das 18h já se tornou perigoso circular no bairro, para além de praticarem furtos e roubos na via pública, eles arrombam residências durante a noite e levam telefones, televisores, botijas de gás e outros bens”, disse.
O morador pediu encarecidamente às autoridades policiais que reavaliem a situação e reforcem a segurança, de modo a garantir maior tranquilidade aos habitantes.
No bairro do Nambambi, passando pelo campo dos Caenches até às imediações das Três Pontes e Tchituno, a situação é preocupante, com assaltos a ocorrer em plena luz do dia, praticados por grupos organizados de menores que, segundo relatos, também circulam com facas e lâminas, conforme explicou Mário Domingos, residente naquela área.
Afirma ainda que, em muitos casos, indivíduos detidos por furto são libertados após um ou dois dias, mesmo quando encontrados com os bens subtraídos, facto que consideramos preocupante.
“Pedimos encarecidamente às autoridades competentes que façam uma intervenção eficaz, queremos segurança e solução para o problema”, referiu o residente.
Apelamos para que a situação seja revista com urgência, frisando que não concordam com qualquer forma de justiça pelas próprias mãos e que esperam uma actuação mais firme e preventiva por parte dos órgãos competentes.







