NOTA POSITIVA: Departamento Provincial de Investigação de Ilícitos Penais de Luanda combate criminalidade violenta de “tu para tu”
Efectivos da Brigada Anticrime “BAC”, órgão afecto ao Departamento Provincial de Investigação de Ilícitos Penais de Luanda do “DIIP”, tem se desdobrado nas últimas semanas em operações complexas, que têm resultado em detenções de marginais altamente perigosos, na repressão aos crimes violentos e no sentimento de segurança das populações.
Por: Ngunza Chipenda
Nas últimas duas semanas, 70 por cento dos crimes solucionados e publicados pelo Jornal Na Mira do Crime tiveram a impressão digital dos operativos da BAC, que demonstra uma total entrega e comprometimento de luta contra àqueles que insistem em tirar à paz e o sossego da população luandense, combatendo-os de todas as formas, mesmo não estando totalmente equipados ou com os meios técnicos necessários, para um combate ao crime mais acérrimo e preciso.
Esta não é obra do acaso. Vale sublinhar que, se de um lado está o Serviço de Investigação Criminal (SIC), um órgão mãe naquilo que é a perícia, técnicas e provas dadas no âmbito da investigação e combate ao crime em Angola, do outro lado está o Departamento de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP) que, com poucos anos em actividade “cinco”, tem sabido, com bravura, enfrentar a criminalidade, desmantelando grupos criminosos envolvidos em roubos, fraudes, dentre outros ilícitos. Embora, nalguns casos, com efectivos comprometidos com a “mixa”, que beliscam neste ou naquele caso o nome da corporação, no cômputo geral a nota é positiva, principalmente para todos os efectivos da BAC que, com o lema “A BAC NÃO DORME” dão o litro todos os dias para a manter a segurança de todos os citadinos da cidade mãe. Para estes guerreiros, é importante que a chefia tenha em consideração a entrega, horas de trabalho e comprometimento, para que na altura de se olhar nos ombros de quem realmente trabalha, estes não continuem agentes de primeira, de segunda ou de terceira.
O incentivo é também dar dignidade aos locais de trabalho destes efectivos, e reconhecer sempre que possível, com menções honrosas, àqueles que combatem os bandidos em zonas mais perigosas. Recorde-se que a criação da DIIP em Angola foi um marco para a Polícia Nacional (PN) em meados de 2020, focando no combate a crimes violentos como assaltos, com atuação inicial em províncias como Luanda, Benguela e Huíla, que visava reforçar a investigação criminal.
A DIIP foi criada em 2020, em um esforço para modernizar e especializar a investigação criminal da Polícia Nacional. Objetivo: Foco principal no combate a crimes de rua e violentos (roubos à mão armada, assaltos a bancos, etc.) e na instrução de processos-crime. Estrutura: É um órgão central da Polícia Nacional, atuando sob o Comando Geral.







