Município de Belas - Continua em parte incerta menor de 02 anos raptado na porta de casa em Dezembro de 2025
O paradeiro de um menor de 02 anos, identificado por Carlos Alemão, raptado à porta da sua casa, no bairro Mundial, município de Belas, no dia 11 de Dezembro do ano passado, continua a ser um mistério, pois, até agora, nenhuma pista se afigura ideal para localizar e levá-lo de volta ao seio familiar.
Por: Cambuta Vieira
O rapto, segundo informações, ocorreu às 18 horas e 40 minutos do dia 11 de Dezembro de 2025, protagonizado por uma suposta cliente que simulou comprar bolinhos que eram comercializados na porta de casa dos pais da vítima.
Apareceu uma cliente, o que era normal nesse negócio. Esta cliente entregou 500 kwanzas ao irmão da vítima, de 10 anos de idade, alegando que queria bolinhos de 100. Este entrou no quintal para "fazer o troco", mas quando voltou não encontrou a senhora, nem o Carlos.
Passados mais de três meses desde a ocorrência do rapto, do pequeno Carlos Alemão, o Departamento de Investigação de Ilícitos Penais do município de Belas continua sem pistas sobre o paradeiro do pequeno.
Em conversa com o pai do menor, identificado por Jorge Alemão, este disse que, até o momento, a polícia local "tem feito pouco" para localizar e achar o menor e, que, muita vezes, a família quando vai para à esquadra saber do andamento do caso, não é atendida.
Na primeira quinzena de Março, Jorge recebeu uma ligação a partir da província de Benguela, município da Catumbela, onde haviam dois menores de 1 e 2 anos. Jorge e a família deslocaram-se até àquela província na esperança de encontrar o filho, mas sem sucesso.
Já em Luanda, a família continuou com a busca junto da esquadra do bairro Mundial, onde, segundo o nosso entrevistado, foram mal atendidos.
"Na passada terça-feira, 17, fomos para a esquadra do Mundial, mas o efectivo da polícia que nos atendeu pediu que explicassemos novamente o que aconteceu, como e quando tudo ocorreu, por essa razão, nós saímos de lá sem fazer nada", disse, salientando que a família só quer achar o filho.
Contacto o porta-voz do Departamento de Investigação de Ilícitos Penais, superintendente-chefe Quintino Ferreira, este frisou que "a família abriu a participação na esquadra , mas quando ia para saber do andamento do processo era dirigida para outra esquadra.
O responsável acrescentou que, até o momento, as buscas continuam e estão a trabalhar no sentido de encontrar o menor.







