População agradece: Polícia "puxa pelos galões" e limpa Hoji-ya-Henda da "praga" de mais de 40 marginais considerados altamente perigosos
O Comando Províncial da Polícia Nacional em Luanda, através do Comando Municipal do Hoji-ya-Henda, apresentou, na manhã desta terça-feira, 05, o balanço provisório da micro-operação denominada "Hoji-ya-Henda seguro", com a detenção de mais de 40 elementos, implicados em diversos crimes, alguns tidos como altamente perigosos.
Por: Adão Paxi
O porta-voz da Polícia em Luanda, superintendente-chefe Nestor Goubel, informou que a operação teve início no dia 24 de Abril do ano em curso e incidiu sobre zonas consideradas problemáticas, como os bairros dos Ossos, São João, Onze de Novembro e Ilha da Madeira.
“São bairros que têm apresentado alguma preocupação, em função de várias ocorrências, como roubos em residências e roubos por esticão na via pública. Feito o diagnóstico desta situação, o comando municipal do Hoji-ya-Henda elaborou uma ordem de operações, actualmente em curso, que teve início no dia 24 de Abril", sustentou.
"Para o sucesso desta operação, estão engajados especialistas da Secção Municipal de Investigação de Ilícitos Penais (SMIIP), por intermédio das suas BACs, em coordenação com a ordem pública, o DINFOP e o SIC”, informou.
Na sequência, o responsável fez saber que, entre os detidos, constam o bandido “Do Fumo”, “Pai Banana”, “Pai Natal” e “Nenê Baila”, implicados em crimes de assaltos a residências e na via pública, onde realizavam uma série de acções criminosas no bairro 11 de Novembro.
Foi ainda detido um cidadão de nacionalidade Tchadiana, de 45 anos de idade, acusado do crime de abuso sexual contra uma menor de 13 anos, a quem aliciava com bolachas e “sambapito” numa cantina.
“É uma operação que visa alcançar mais resultados, com o objectivo de devolver o sentimento de segurança às populações”, explicou Nestor Goubel.
Acrescentou que, com base nas informações que circulavam nas redes sociais, dando conta de que os implicados teriam enfrentado a polícia no Cafrique, os mesmos encontram-se agora detidos e vão responder criminalmente pelas acções que vinham praticando.
“Agora, são eles que estão no Cafrique, porque a polícia garante a ordem e a tranquilidade públicas”, reforçou.







