Cliente denuncia explosão de telemóvel modelo Tecno Pop 10 durante carregamento
Um cidadão nacional, identificado por Alcídio Álvaro José, de 36 anos de idade, denunciou a explosão de um telemóvel da marca Tecno enquanto carregava, e adquirido em prestações, na loja Tecno Glover, localizada na Cidade da China, em Luanda.
Por: Adão Paxi
De acordo com o denunciante, que falou em exclusivo ao Jornal Na Mira do Crime, nesta terça-feira, 26, o telemóvel, modelo Tecno Pop 10, foi pago na totalidade no dia já referenciado, por 96 mil Kwanzas, para ser utilizado pela sua esposa.
Segundo o entrevistado, na primeira prestação, pagou 43 mil kwanzas e, posteriormente, efectuava pagamentos mensais de 22 mil kwanzas. A segunda prestação teria sido liquidada no dia 28 de Abril.
Entretanto, no dia 17 do mês corrente, por volta das 11 horas, a esposa colocou o telemóvel na corrente eléctrica para carregamento e notou um barulho estranho, semelhante a algo a ferver. Perante o aquecimento anormal, retirou imediatamente o aparelho da carga e colocou-o de lado.
"No dia do incidente, a minha esposa colocou o telefone na carga e começou a ouvir um barulho estranho, como se de algo a ferver se tratasse. Ela percebeu também que o telemóvel estava a aquecer muito e decidiu retirar imediatamente da corrente. Poucos minutos depois, o aparelho explodiu. Ficámos assustados, porque poderia ter causado ferimentos graves ou até um incêndio dentro de casa", referiu.
Depois disso, entrou em contacto com a loja que pediu para levarem o telefone, a factura e os comprovativos de pagamento. "Quando cheguei lá, recusaram-se a assumir responsabilidade pelo sucedido. Eu expliquei que queria continuar a pagar as prestações, desde que trocassem o aparelho, mas disseram que não poderiam fazer nada porque o telefone estava destruído.
Acho injusto continuar a pagar por um produto que explodiu e que já não pode ser utilizado”, contou o denunciante.
Diante da recusa, Alcídio solicitou a retirada do seu nome do sistema de pagamentos, argumentando que o produto já não poderia ser utilizado. Ainda assim, afirma que a empresa insiste na continuidade do pagamento das prestações restantes.
O Na Mira do Crime contactou a direcção da referida loja, que garantiu estar a trabalhar para resolver a situação o mais rápido possível.







