Jovem de 23 anos furta equipamentos informáticos da procuradoria-geral da república no Namibe - Agora está nas mãos do SIC
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) no Namibe, por intermédio do Departamento Municipal de Investigação Criminal de Moçâmedes, deteve um cidadão nacional, de 23 anos de idade, acusado da prática do crime de furto qualificado, ocorrido nas instalações da Direcção Provincial da Procuradoria-Geral da República (PGR), tendo recuperado na íntegra os equipamentos informáticos subtraídos.
Por: Carla Nayara
Segundo informações apuradas pelo SIC, o crime ocorreu por volta das 04horas do dia 13 de Julho do corrente ano.
O acusado terá escalado o muro de vedação da instituição, aproveitando-se da ausência momentânea do agente responsável pela segurança, que se encontrava do outro lado das instalações.
Após introduzir-se no perímetro da instituição, o acusado terá arrombado uma janela situada na parte traseira do edifício, acedido ao interior das instalações e dirigido-se ao gabinete dos Recursos Humanos, de onde subtraiu dois monitores da marca HP, um teclado, um rato (mouse), um equipamento de internet (Net Casa) e os respectivos cabos de alimentação, colocando-se, de seguida, em fuga.
Na sequência da denúncia apresentada por um responsável da Procuradoria-Geral da República ao piquete do SIC, foi desencadeada uma acção investigativa que permitiu identificar, localizar e deter o presumível autor do crime. Durante a operação, os efectivos do SIC recuperaram todos os bens furtados, que serão restituídos ao legítimo proprietário, após o cumprimento dos procedimentos legais.
O cidadão detido será presente ao Ministério Público para os competentes procedimentos legais e, posteriormente, ao Juiz de Garantias, para efeitos de aplicação das medidas de coacção processual adequadas, enquanto o Serviço de Investigação Criminal prossegue com as diligências visando o completo esclarecimento dos factos.
O SIC reafirma o seu compromisso com a prevenção e o combate à criminalidade, apelando aos cidadãos para que continuem a denunciar, de forma célere, quaisquer actos ilícitos às autoridades competentes, contribuindo assim para a salvaguarda da ordem, da segurança pública e da protecção do património público e privado.










