Sem conhecimento dos estudantes - Ensino Superior anula ano lectivo de institutos incumpridores
O Ministério do Ensino Superior Ciências Tecnologia e Inovação (MESCTI) vai punir todos os institutos superiores que não submeteram os alunos a provas de admissão elaboradas por um júri nacional no ano lectivo de 22/2023).
Por: Kiamukula Kanuma
A medida ainda não é do conhecimento dos estudantes, mas as direcções das instituições abrangidas consideram ter havido excesso de zelo.
De acordo com o Ministério do Ensino Superior Ciências Tecnologia e Inovação (MESCTI), no mês de Fevereiro, inspeccionou vários Institutos Superiores e elevou o pagamento de multas a quatro Institutos Superiores, por incumprimentos das normas estabelecidas.
Para além da coima que vai dos 04 a 102 milhões de Kwanzas, o ministério invalida o ano lectivo para os alunos que se encontram nessas condições.
Um funcionário sénior de um dos Institutos disse a este Jornal que “o MESCTI está a agir sem complacência, por ter exigido além da coima, que já é apertada nos dias de hoje, a redução do número ínfimo de alunos para um determinado curso num Instituto deste tamanho e, contra toda a expectativa, exigir a anulação do ano lectivo,".
"Recebemos a comunicação no dia 22 de Junho, mas o Despacho é do dia 06 de Junho. Redimimo-nos e pedimos desculpas, mesmo assim o MESCTI mantém a posição inicial", afirmou um membro da direcção.
O funcionário confessou que não têm como comunicar aos alunos, "porque será uma catástrofe sem precedentes".
Como não bastasse, o ministério recomenda, na mesma nota, para o próximo ano lectivo, não se leccionarem os cursos reprovados.
Os responsáveis dos institutos sugerem que a publicação se confine apenas no pagamento da coima e deixar que o ano lectivo prossiga para 2023/2024. O Na Mira do Crime sabe que alguns dos institutos abrangidos pela medida sâo: ISIA, ISPO, Mandela e Deolinda Rodrigues







