João Nsiku e Filhos, Lda: Direito de Resposta
AO DIRECTOR DO SITE NA MIRA DO CRIME LUANDA
Assunto: DIREITO DE RESPOSTA
Na sequência da publicação, no Site na Mira do Crime, no dia 18 de Maio de 2023, edição nº de sexta-feira, da notícia com o título “SIC investiga Inspector-Chefe do DIIP por suposto envolvimento em tráfico de combustível”, vimos por este meio e ao abrigo do artigo 73º e 74º da Lei1/17 de 23 de Janeiro – lei de Imprensa, exercer o direito de resposta nas termos que se seguem: O Senhor João Nsiku, representante da empresa João Nsiku e Filhos, Lda, esclarece ao público em geral e mostra-se indignado com as informação equivocadas e inveridicas posto a circular neste Site, manchando o bom nome e a reputação da Empresa e do homem de carácter e trabalhador que é o senhor João Nsiku.
O que na verdade aconteceu é que no dia 17 de Maio de 2023, compareceram no estaleiro da Empresa em causa dois indivíduos que se identificaram como sendo funcionários afecto ao SIC -GERAL, a fim de saberem sobre o Combustível que se encontrava naquele espaço, foi-lhes solicitado pelo responsável da empresa que se identificassem, apresentando os seus documentos, estes simplesmente ao ouvirem isto colocaram-se em fuga, tendo sido apanhado um deles, de nome António Eduardo Panzo.
Que foi levado pela polícia ao posto do Kikolo e posteriormente a esquadra de Cacuaco, onde se tomou conhecimento que os mesmos não eram funcionários afectos ao SIC, tão pouco eram polícias.
No dia seguinte, isto no dia 18, para o espanto de todos, o falso SIC que conseguiu fugir, de Nome Silva, (era assim que o outro comparsa o chamava) apareceu novamente nas mesmas instalações João Nsiku e filhos, Lda acompanhado de funcionários efectivos do SIC (Departamento de Tráfico e Contrabando do Crime Organizado) chefiado pelo Sr. Adriano Sobrinho, que postos no interior do estaleiro partiram o vidro da vitrine e retiram todos os documentos que ai estavam e sem motivo algum detiveram quatro funcionários que ai se encontravam e apreenderam (sem nenhum mandado) 20 mil litros de gasóleo, 70 mil litros de petróleo, 19 bidões de 25 litros de petróleo, três moto-bombas de marca kipor, yamashita e Yamaha e um tanque de metal, três mangueiras de 25m, 15m e 12m respectivamente, três macacos (um de 50t e dois de 32t), duas baterias de 180 Ap, um jogo de chave PD, um jogo de chave de boca, uma chave de caixa, braço de força, dois cuping.
O respectivo combustível foi adquirido na Sonangol, já que a empresa João Nsiku e filhos, Lda, esta devidamente licenciada ao comércio a retalho de combustível e com o pagamentos de todos os impostos em dia.
De referir o combustível adquirido por esta empresa é distribuído em algumas empresas com quem tem contrato. Não é verdade que tenham sido encontrados funcionários a manipularem o combustível e tão pouco a empresa transportou combustível para outras províncias e para o exterior do País.
Quanto a suposta protecção de que goza o Sr. João Nsiku por parte do Sr. Cosme André Valente “Capitão”, Inspector-chefe do DIIP - Cacuaco, também não é verdadeira esta informação, porquanto o mesmo é a pessoa que deteve o senhor António Eduardo Carlos Panzo, que se intitulou como sendo funcionário afecto ao SIC.
Assusta-nos ainda saber que, de acordo a matéria publicada, os funcionários do SIC desconheçam a localização do seu colega, quando para nós cidadãos comuns, este esteja bem localizado na esquadra de Cacuaco.
Será que não foi possível, enquanto investigadores, localizar o senhor em causa ou trata-se de um trabalho muito mau feito?
Como acreditar na matéria publicada no SITE na Mira do Crime quando o mais simples que é localizar o seu colega não lhes foi possível?
Atenciosamente
Luanda, aos 15 de Junho de 2023







