Caso Regedoria: Corpo clínico rejeita violação e aponta intoxicação por monóxido de carbono como causador da morte da bebé de 4 meses
O corpo clínico do Hospital do Capalanca, recebeu, na tarde de sábado, 19, os cinco membro da mesma família que saíram do bairro Regedoria, em Viana, desmaiados.
Por: Cambuta Vieira (Estagiária)
Diferente de violação antes de serem drogados por substâncias desconhecidas como apontavam vizinhos e familiares da senhora, facto que fez com que o filho mais velho do responsável da casa, Adonai, ficasse retido por algumas horas, a verdade é que, após exames, ficou provado que não houve nenhuma violação, e a causa da morte da bebé está relacionada com intoxicação por monóxido de carbono.
Segundo dados colhidos pelo Na Mira, a família cozinhava dentro de casa que é de apenas um compartimento.
Nestor Goubel, Porta-voz da Polícia em Luanda, explicou que, pela exposição da família, todos foram desfalecendo aos poucos, sendo que o jovem saiu ileso, porque terá chegado em casa por volta das 21 horas.
“A bebé de 4 meses não resistiu em função da idade”, disse.
Família da senhora insiste na violação
Nalumbo Dindanda António, irmão mais velho da senhora, afirma que o jovem terá colocado algo na comida da família, e depois de todos desfalecerem, violou sexualmente a sua irmã e a bebé.
“Ele também bateu na criança, por isto ela tem uma ferida na testa”, disse. Em função disso, os familiares da jovem se deslocaram até ao hospital do Capalanca, com intuito de fazer justiça com mãos próprias, uma vez que o mesmo rapaz também se encontrava no referido hospital.
Graças a pronta intervenção da polícia, não aconteceu o pior.
Batomona Graça, mas conhecido por Adonai, de 16 anos de idade, afirma que não violou a sua madrasta, diz ser barbeiro, e quando chegou do serviço, a madrasta mandou-lhe na farmácia comprar fármacos, apôs o seu regresso, foi dormir, quando despertou estavam todos desacordados, sem ele saber o porquê.







