Polícia sem "gás" para conter "AG", "Pedé Pedé" e "Sambapito", bandidos altamente perigosos que “mandam” no bairro Grafanil
Em menos de uma semana, depois de o Na Mira do Crime ter denunciado os assaltos a residências e homicídios praticados pelos marginais rotulados como “altamente perigosos”, identificados por "AG", "Pedé Pedé" e "Sambapito" que, com ajuda de outros comparsas não identificados, voltaram a realizar mais quatro assaltos na madrugada dos dias 4 e 5 do mês em curso, na rua 11, ao bairro Grafanil.
Por: Cambundo Caholua
AG", "Pedé Pedé" e "Sambapito", mais outros elementos não identificados, munidos de quatro armas de fogo, sendo duas pistolas e duas AKM, por volta das 2 horas de quinta-feira (4), e sexta-feira (5), atacaram quatro residências, tendo efectuado vários disparos.
Durante os assaltos, aqueles marginais levaram três televisores plasma, duas botijas de gás, perucas, roupas, um total de 200 mil kwanzas e outros meios ainda por se apurar.
"AG", tido como o líder da gangue, segundo uma testemunha, gaba-se que vai continuar com essas trafulhas por ter alguém que o protege.
"Nós admiramos, ele foi claro a dizer que está bem protegido e que podemos nos queixar onde for nada irá lhe acontecer", revelou a moradora sem ser identificada.
Os moradores, com essas ondas de assaltos cometidos por marginais bem identificados, não acreditam na segurança da polícia e clamam por um trabalho mais rigoroso dos homens da farda azul em proteção da população.
Numa altura que as altas patentes daquele órgão castrense têm afirmado que a criminalidade está controlada, os munícipes, sobretudo, no Grafanil, assim como em outros locais da província de Luanda, continuam abandonar as suas residências devido à falta de segurança.
Por exemplo, "AG” já é reincidente, segundo os moradores, tem vários antecedentes criminais, cumpriu cadeias, mas lamentavelmente sempre que é posto em liberdade mata, viola mulheres, realiza assaltos e coloca em risco a vida de muitas famílias e nada lhe acontece.
"Apelamos, por favor, ajuda da polícia, está exagerado, é muita dor", lamentou um morador do bairro, tendo acrescentado que a esquadra da centralidade do Calawenda está mais para uma estrutura figurativa onde os agentes estão mais preocupados em “pentear” os motoqueiros do que dar tranquilidade aos moradores.











