Polícia em Luanda “sem meios” para prender suposto agente da polícia que furtou telefone de uma cidadã dentro da esquadra
No dia 10 de Fevereiro do ano em curso, o jornal Na Mira do Crime noticiou o caso da cidadã Lescilina Mabela, de 23 anos de idade, moradora do Golf l, município do Kilamba Kiaxi, que terá sido vítima de roubo de telefone no interior de uma esquadra, situada no desvio do antigo controlo, subzona 16, no município acima referenciando, por um suposto agente da Polícia Nacional.
Por: Kihunga Bessa
Passados mais de 30 dias, a vítima diz que está a ser abandalhada pelas autoridades policiais, mesmo depois de ter aberto um processo no piquete do SIC, com n°1018/25/MP KK.
Indignada com a situação, a lesada conta que após a ocorrência, isto no dia 10 de Fevereiro, voltou na mesma esquadra para abrir um processo, mas foi aconselhada a fazê-lo no Comando Municipal do Kilamba Kiaxi.
"No dia seguinte fui chamada pela inspecção ao local da ocorrência para depor, e esta determinou que o comando da esquadra tinha de pagar o telefone, devido a falta de atenção por parte daqueles efectivos", informou.
No terceiro dia, conta, dirigiu-se até ao comando municipal onde abriu o processo. "Desde o dia 14 de Fevereiro que me deram o número do processo, a única resposta que recebo é apenas aguarda, vamos ligar, mas nunca dizem nada, sinto me abandalhada", lamentou, apelando a intervenção do comandante provincial da polícia em Luanda.











