"Gatuno de luxo": DIIP captura marginal que usava perfís falsos nas redes sociais para atrair "empoderadas", roubou mais de 15 IPhones
Operacionais do Departamento de Investigação e Ilícitos Penais (DIIP) capturaram nos últimos dias um cidadão nacional, identificado pelo Na Mira do Crime como Vicente Polo Zau, funcionário de uma petrolífera, onde ganhava 700 mil kwanzas por mês, que criou vários perfis nas redes sociais, com objectivo de atrair senhoras da classe média e, posteriormente, furtar os telefones das mesmas.
Por: Cambundo Caholua
Segundo o Porta-voz do DIIP, Intendente Quintino Ferreira, o referido cidadão aproveitou da boa imagem que exibia, e criou vários perfis nas redes sociais, como Tiktok, Facebook e WhatsApp, para comunicar em certos grupos com as visadas. No entanto, assim que assinalava uma, ligava com a finalidade de 'caçar'.
O mesmo, disse Quintino, depois de conhecer essas senhoras e fazer amizade, conseguia convencer as senhoras, sendo que nas suas publicações do Facebook, o cidadão em causa tinha boa aparência e gabava-se por ser funcionário de uma empresa petrolífera.
Por outro lado, em alguns momentos conseguia ser namorado
virtual destas senhoras e depois marcava o encontro em restaurantes luxuosos, no centro da capital, e nestes locais, enquanto comiam e bebiam, o mesmo solicitava os telemóveis das senhoras, preferencialmente IPhones, últimos modelos, simulava que estava sem carga no seu aparelho, fingia que ia a casa de banho e fugia.
Sem sequer pagar as contas no restaurante, obrigava as semhoras a custear as despesas, que às vezes chegavam a cem mil kwanzas.
Destaca-se uma das mulheres que vive na província da Huila, que conheceu o indivíduo e começaram a ter uma relação virtual. A jovem saiu da referida província até Luanda, foi hospedada pelo mesmo numa unidade hoteleira do Benfica.
Porém, um dia depois do encontro, ou seja, na manhã seguinte, o homem desapareceu com o telefone da senhora.
O visado e os receptadores, já detidos, contam que roubaram mais de 15 IPhones, que eram vendidos ao preço de 300 e 500 mil kwanzas.











