DIIP na Huíladetém três indivíduos suspeitos de assaltar cidadão chinês e portar arma de fogo
Três indivíduos, com idades entre 39 e 49 anos de idade, foram detidos na noite desta segunda-feira, 26, por volta das 22 horas, no bairro João de Almeida, cidade do Lubango, pela presumível prática do crime de assalto a um cidadão de nacionalidade chinesa, bem como por posse ilegal de arma de fogo.
Por: Laurentino Tchatuvela (Huíla)
De acordo com o superintendente Pedro Cassoma, director do Departamento de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP) na Huíla, os suspeitos são provenientes das províncias do Namibe, Cunene e Huíla.
O oficial explicou que um dos detidos, natural do Namibe, havia sido preso pelo DIIP em Outubro do ano passado, pelo seu envolvimento num assalto a um cidadão chinês.
Após cumprir prisão preventiva, foi libertado no passado dia 16 de Maio, juntamente com outro suspeito que se encontra actualmente foragido.
Ambos permaneceram no Lubango, onde terão planeado novos crimes contra um cidadão estrangeiro e o assalto a uma vendedora informal (quinguila) na província do Cunene.
Ainda segundo Cassoma, no mesmo dia da libertação, o suspeito manteve contacto com um cúmplice proveniente do Cunene, com quem já havia praticado crimes nas províncias do Huambo, nos anos de 2021 e 2023.
Este último deslocou-se ao Lubango numa viatura de marca Toyota, modelo Corolla, tendo-se hospedado com os demais envolvidos.
No dia previsto para a execução do assalto, os indivíduos dirigiram-se à residência de um cidadão no Lubango, levaram-no consigo e seguiram rumo à residência da vítima chinesa.
No entanto, por já estarem sob vigilância dos órgãos de inteligência da unidade, foram interceptados e detidos em flagrante delito.
Durante a detenção, foi apreendida uma pistola que se encontrava na viatura utilizada pelos suspeitos, bem como uma arma do tipo Uzi Pro, cujo paradeiro ainda não foi revelado pelos detidos.
Foi igualmente apreendido um conjunto de vestimentas e dois telemóveis, incluindo toucas utilizadas para ocultar a identidade durante a prática criminosa.











