Marginais "Dois Dedos" e "Mano Chaba" atormentam transeuntes na vila de Viana
Os populares que diariamente percorrem a vila de Viana, queixam-se de constantes assaltos perpetrado pelos bandidos conhecidos por "Dois Dedos" e "Mano Chaba", que, com recurso a armas brancas roubam os meios dos pacatos cidadãos.
Por: Cambuta Vieira
Os munícipes que percorrem a Vila Sede, queixam-se dos constantes assaltos, principalmente na Vila de Viana, na Ponte Amarela e nas imediações do parque que está defronte Administração Municipal.
Os marginais acima citados, dizem os nossos entrevistados, são velhos conhecidos da polícia local, que nada faz para conter os meliantes.
Paulo, funcionário de uma empresa privada, em entrevista a este jornal, fez saber que já foi assaltado pelo marginais "Dois Dedos e Mano Chaba", que levaram consigo a sua pasta de serviço, contendo carteira pessoal, valores monetário e um telemóvel digital.
"Eu não fui à esquadra da 43, porque esses policias são amigos e coniventes desses marginais, eles são bem conhecidos pelos crimes que praticam, mas ainda assim andam a vontade sem medo da polícia", afirmou.
No pretérito dia 22 do mês de Maio, no interior de um restaurante, localizado junto a Casa da Juventude, Dois Dedos roubou um telemóvel digital de marca Itel A 70, da senhora Eugénia Avelino, por sinal funcionária do restaurante.
Após deligências feitas pelos operacionais da esquadra 43, o marginal foi apanhado em menos de 72 horas, com o seu comparsa Mano Chaba.
" Dois dedos afirmou na minha cara que o Mano Chaba roubou e vendeu o telemóvel, mas eu vi, foi ele quem roubou " afirmou a vítima.
A lesada disse ainda que, o que mais lhe admira, é que em menos de cinco dias deparou - se com os mesmos bandidos na via pública, soltos, e a darem gargalhadas na sua cara, a dizerem que aí é casa deles.
Este jornal tomou conhecimento que Dois Dedos perdeu os restantes dos dedos da mão esquerda, através dos roubos.
O Na Mira do Crime sabe ainda que os meliantes vivem no município de Viana, bairro Caop B, e circulam nos arredores da vila de Viana, entre a Casa da Juventude e nos bancos, passando pela Administração de Viana, onde chegam a pernoitar algumas vezes.
A equipa deste jornal manteve contacto via telemóvel com o instrutor processual Abel Miguel, que disse " Esses marginais estão sempre a cometer os crimes, e são colocados em liberdade pelo ministério público, eles nem sequer chegam a fazer mais de 4 dias detidos " disse.











