Atletas de andebol do Petro de Luanda perderam 12 telemóveis "top de gama" no balneário enquanto jogavam no Pavilhão da Cidadela
Atletas do Petro Atlético de Luanda, viram os seus telemóveis a serem furtados no balneário do pavilhão desportivo da Cidadela, em Luanda, (12 dos 17 telefones), assim como valores monetários avaliados em 170 mil kwanzas e outros equipamentos desportivos, durante uma partida do campeonato nacional de andebol.
Por: Laurentino Tchatuvela
De acordo com denúncia apresentada ao Na Mira do Crime por um cidadão que preferiu não ser identificado, disse que faz parte da equipa sénior masculina de andebol do Petro Atlético de Luanda e estão a disputar o Campeonato Nacional de Andebol, época 2025.
No domingo (13), pelas 20horas, no Pavilhão da Cidadela, decorria o jogo entre o Petro Atlético de Luanda e os Visionários, referente à 6.ª jornada da competição, dez minutos antes do término da partida, por volta das 21h20 minutos, enquanto o jogo ainda decorria, foram avisados que o balneário havia sido vandalizado.
"Um indivíduo desconhecido, alegadamente em conluio com o gestor dos balneários, terá entrado no local e furtado 12 dos 17 telefones (iPhones 11, 12, 13, 14 e 15) que se encontravam guardados nas mochilas, calças, calções e carteiras dos atletas, além de roupas desportivas e valores monetários pertencentes a quatro atletas, no montante de 170 mil kwanzas", denunciou.
"Após o sucedido, informámos a equipa técnica, que envidou esforços para resolver a situação e, de seguida, dirigiu-se a uma esquadra policial".
Até ao momento, disse, não receberam qualquer informação sobre os seus pertences.
Segundo o denunciante, o lesados clamam pela intervenção do Ministro da Juventude e Desportos, pois a Cidadela e os seus funcionários estão sob responsabilidade do ministério.
"A Federação Angolana de Andebol tem parceria com a Unitel, que talvez possa intervir, tal como a própria direcção do Petro Atlético de Luanda”, observou.
“Pedimos que situações do género não voltem a ocorrer com outros colegas, uma vez que o campeonato termina no dia 19 do mês em curso e que o responsável pelos balneários, sendo o único detentor da chave do local, seja responsabilizado pelo desaparecimento dos nossos haveres”, concluiu.











