Tala Hady nas mãos dos bandidos: "Petson" Mauro" " Ary" "Sílvio" e "Demero" acusados de invadir mais de quatro residências na rua do colégio Elizângela - beco da linha Ferreira é a rota de fuga
Cinco indivíduos identificados como "Petson" Mauro" " Ary" "Sílvio" e "De Mero", estão a ser acusados de terem invadido, na madrugada de terça-feira, 10, mais de quatro residenciais na rua do colégio Elizângela, no beco da linha férrea, município do Cazenga.
Por: Adão Paxi
De acordo com as vítimas, que preferiram falar sob anonimato, os suspeitos, durante a madrugada (2 horas), munidos de objectos contundentes como facas, catanas e paus, conseguiram subtrair das quatros residências, duas tv plasma de 32 e 45 polegadas, pares de ténis, roupas, máquina fotográfica da marca Canon, uma botija de gás e perucas.
As vítimas relatam que os marginais são indivíduos já conhecidos no bairro e que esta não é a primeira vez que protagonizam este tipo de crime. Dizem tratar-se de uma prática recorrente, uma vez que, sempre que são detidos, acabam por ser libertados, alegadamente após o pagamento de valores por parte dos seus familiares.
“Esses indivíduos já são conhecidos aqui na zona. Não é a primeira vez que fazem isso, estamos revoltado porque sempre que são detidos acabam por sair pouco tempo depois", desabafaram.
Segundo os queixosos, os familiares dos suspeitos pagam para soltá-los, e eles voltam a cometer os mesmos crimes.
"Assim fica difícil confiar e sentir segurança”, atiraram. Os moradores acrescentam que a onda de assaltos no bairro Tala Hady, principalmente na rua do colégio Elizângela tem sido constante e o ponto de esconderijos dos marginais é o beco que dá acesso a linha férrea. “Aqui no Tala Hady, sobretudo na rua do colégio Elizângela, já não temos sossego.
Os assaltos são constantes, acontecem quase todos os dias. O mais preocupante é que os marginais já têm um esconderijo identificado: o beco que dá acesso à linha férrea.
Eles roubam e desaparecem por ali, como se nada fosse. Estamos a viver com medo”, relataram. Segundo os moradores, os supostos marginais circulam livremente pelas ruas, “cima e abaixo”, diante dos olhares cúmplices das autoridades locais.
O Na Mira do Crime sabe que a participação do caso já foi formalizada junto das autoridades competentes da 10ª esquadra, que diligenciam para a identificação e detenção dos presumíveis autores do crime.











