DIREITO DE RESPOSTA
A Direcção-Geral do Jornal Na Mira do Crime vem, por esta via, reagir à Nota de Repúdio, sob o título “RETRATAÇÃO PÚBLICA SOBRE A MATÉRIA PUBLICADA PELO JORNAL HORA H E PELA PÁGINA NA MIRA DO CRIME NAS SUAS PLATAFORMAS DIGITAIS”, tornada pública pelo Gabinete de Comunicação Social do Governo Provincial de Luanda, datada de 14 de Abril de 2026, na qual o nosso nome é citado a propósito de uma alegada publicação relacionada com a exoneração da senhora Philomene Marie Brito Azevedo José Carlos, ex- directora do Gabinete Provincial da Educação de Luanda.
Cumpre-nos deixar claro, sem margem para dúvidas, que o Na Mira do Crime não publicou, não partilhou e nem produziu qualquer conteúdo sobre este assunto. Quem tiver dúvidas pode e deve consultar os nossos canais oficiais, desde a página do Facebook ao nosso site e canal no YouTube. Não há qualquer registo dessa matéria porque, simplesmente, nunca existiu da nossa parte.
Por isso, não se compreende, nem se aceita, que o nosso jornal seja arrastado para uma posição que não lhe pertence. Associar o Na Mira do Crime a conteúdos que não produziu é um erro grave que põe em causa o trabalho sério que temos vindo a construir. Não nos responsabilizamos por conteúdos que circulam fora dos nossos meios oficiais, ainda que possam recorrer indevidamente à nossa identidade visual.
Tudo indica que alguém tenha feito uso indevido da nossa logomarca para dar força a um conteúdo alheio. E, conhecendo o alcance que o Na Mira do Crime tem junto do público, não é difícil perceber como essa informação acabou por circular e ganhar dimensão.
Ainda assim, este facto não pode servir de base para que uma instituição com a responsabilidade do Governo Provincial de Luanda, através do seu Gabinete de Comunicação Social, faça referências públicas sem a devida verificação prévia dos factos.
O Na Mira do Crime não foge às suas responsabilidades, nunca fugiu, mas também não aceita carregar culpas que não são suas. O mínimo que se exige é rigor, o mesmo rigor que nos é cobrado todos os dias.
Assim, exigimos a devida rectificação pública desta referência indevida, em nome da verdade, da responsabilidade institucional e do respeito que deve pautar as relações entre órgãos de comunicação social e instituições públicas.
Luanda, 14 de Abril de 2026
A Direcção-Geral do Jornal Na Mira do Crime










