Falso alarme: Não há raptos nem sequestros em Luanda, garante o SIC
Numa conferência de imprensa realizada ontem, segunda-feira, 26, o Serviço de Investigação Criminal (SIC), esclareceu que, às informações que circulam nas redes sociais sobre raptos de cidadãos, não passam de “falso alarme”.
Por: Domingos Miguel
Informações de várias pessoas desaparecidas, e possíveis raptos de cidadãos, principalmente do sexo feminino, têm sido difundidas nas redes sociais, porém, o SIC explicou que, no presente ano, apenas foi registado um caso de rapto.
“O que consta da estatística são casos de roubos e furtos, protagonizados na maior parte por indivíduos que simulam exercícios de táxi, e que em muitas vezes fazem às vítimas reféns, isso tem gozado de má interpretação pública”.
No decurso de ano transacto, registaram-se 332 participações de pessoas supostamente desaparecidas, tendo-se apurado o seguinte:
271 casos de simulação de desaparecimento, com maior incidência de jovens do sexo feminino com idades compreendidas entre 15 aos 25 anos, que ausentaram-se do seu domicilio sem o conhecimento dos tutores, voltando dias depois.
32 casos que resultaram de negligência dos tutores em ralação aos menores e idosos, que foram mais tarde encontrados e reencaminhados ao convívio familiar.
20 casos de pessoas dadas como desaparecidas, mas que foram vítimas de ofensas corporais na via pública e de acidentes de viação, destes 5 resultaram em morte.
Na ocasião, o SIC apresentou uma série de exemplos de indivíduos tidos como vítimas de sequestros ou raptos, mas que na verdade não foram vítimas destes crimes. Como exemplo, foi apresentando um jovem dado como desaparecido, mas que se encontrava detido desde o dia 04 Janeiro do ano em curso.











