Pedonal de acesso a Centralidade do Sequele controlada por marginais
Relatos de assaltos a entrada da Centralidade do Sequele, com maior pendor junto a pedonal, principalmente no período nocturno somam e seguem.
Por: Matias Miguel
Desta vez, o azar bateu a porta a Paulino Panzo Mujinga, de 43 anos de idade e outros quatro passageiros, que no sábado, 12, aguardavam pelo táxi para o Zango, junto a pedonal que dá acesso a Cidade do Sequele.
De acordo com Mujinga, enquanto aguardavam pelo táxi, surgiram quatro meliantes empunhando armadas de fogo e exigiam que colocassem às mãos no ar, e um deles dizia que quem tentar fugir vai morrer com uma bala na cabeça, enquanto os outros recolhiam os pertences das vítimas.
"Levaram pastas, carteiras e telefones, e enquanto nos agrediam exigiam valores monetários, uma senhora correu até ao meio da estrada fazendo sinais de que estávamos a ser assaltados, daí já não vi mais nada, porque deram-me com a arma da cabeça e perdi os sentidos. Só me lembro ter acordado no hospital do Zango II".
Georgina Mendes, outra cidadã assaltada no mesmo local, e por sinal pelo mesmo grupo, dado o número, diz que, recentemente passou pela mesma situação exactamente no mesmo local.
"Quando cheguei a paragem da pedonal do Sequele, desci do táxi para apanhar outro, encontrei dois senhores, depois chegaram mais três, não tardou vieram do lado oposto ao triangulo quatro indivíduos, dois dos quais armados com pistolas", contou, acrescentando que tudo indicava que os meliantes estavam drogados, porque não percebia-se quase nada que diziam, recolhiam as pastas e telefones, "mesmo obedecendo as exigências, batiam-nos".
O local é escuro e sem qualquer presença policial, pricipalmente no período nocturno, o que facilita as acções dos malfeitores.











