SIC deteve “Rasta” comparsa de Tukayana Vaz em assaltos no Zango II e III
O impasse que pairava sobre o caso conhecido por “Tukayana Vaz” terminou com a detenção do terceiro elemento do trio que protagonizava assaltos no Zango II e III
Por: Matias Miguel
O Serviço de Investigação Criminal (SIC), deteve na semana passada, o elemento que faltava, conhecido por “Rasta”, completando assim o trio de assaltantes liderados pela Inspectora dos Serviços Prisionais, Tukayana Vaz, filha de Fernando Vaz da Conceição "Mussolo", Comissário na reforma, e mãe identificada como irmã de Agostinho Neto, também reformada, com patente de Brigadeiro, e ainda sobrinha do PCA da Sonangol. (https://www.namiradocrime.info/show/6026)
NA MIRA DO CRIME apurou que Tukayana Gaspar Vaz da Conceição Dário, Inspectora dos Serviços Prisionais e Agostinho Francisco, motorista de profissão, foram detidos no dia 3 do corrente mês, na rua da Coca Cola, no Zango II, tendo o terceiro elemento escapado, mas já foi capturado e o trio encontra-se detido na Comarca de Viana, onde aguardam a formalização do processo-crime, informou uma fonte castrense que acompanha o processo.
Na semana passada foi posta a circular nas redes sociais informações que visavam apenas driblar e deturpar a opinião pública sobre o envolvimento de Tukayana e Augusto no assalto, sem mencionar que, graças à pronta intervenção da Policía, os mesmos escaparam com vida e não foram queimados vivos.

O articulista que não tem rosto nem assinatura, faz ameças intimidatórias ao investigador do processo, ao jornalista que informou apenas a verdade dos factos e até às pessoas que aparecem no vídeo que viralizou nas redes sociais, adianta a fonte.
Tukayana Vaz sofre de cleptomania
Fonte geralmente bem informada ligada ao “clã” Vaz da Conceição, confidenciou ao Na Mira do Crime que “Tukayana sofre de cleptomania desde tenra idade, nunca foi tratada mesmo com a família que tem, pai general, mãe brigadeiro e tio PCA da Sonangol; eles não têm que ameaçar ninguém, a miúda sofre, foi largada ao ‘Deus dará’, agora aguentem as consequências”.
Lembra o NA MIRA DO CRIME o velho adágio: “Criança educada, prisões evitadas quando adultos”. Para melhor compreensão do assunto, este jornal recorreru a um Sociólogo/Psiquiatra para compreender o que é CLEPTOMANIA e como lidar com essa enfermidade.
A Cleptomania, ou furto compulsivo, é um distúrbio de saúde mental, caracterizado pelo impulso incontrolável de roubar itens que, geralmente, não possuem grande valor e não representam uma necessidade material.
É uma condição pouco compreendida que, por vezes, representa comportamentos interpretados como tendências criminosas.
Na verdade, trata-se de um transtorno de controlo de impulso, com movimentções emocionais e psicológicas e causa muito sofrimento a quem o possui.
A vergonha, o medo e o remorso o acompanham e é vitalícia se não for tratada; a pessoa nunca está em paz consigo mesma.
Também é descrita como a incapacidade de resistir ao impulso de furtar objectos, ela não furta para sanar necessidades básicas, como fome, ela o faz apenas porque sente apreço momentâneo por acreditar ser valioso; desejo de furtar é o principal sintoma, tem três categorias: esporádico, episódico e crônico.
Como lidar com o cleptomaníaco: Não raro os furtos iniciam na infância, por receio e vergonha, os que possuem o distúrbio só buscam ajuda na idade adulta.
O tratamento integra: psicoterapia e psiquiatria; além de investigar os factores, pode existir conexão com outros trantornos mentais. A terapia pode ser conduzida com ajuda da família, o tratamento é indispensável para acabar com os furtos.











