Flagrante - Taxistas do São Paulo atacados por bandidos aos olhos de efectivos da polícia
Os taxistas que usam a via da Cuca ao São Paulo de Luanda queixam-se da presença de um grupo de jovens que se faz presente em frente da loja Hibou Comércio e Serviços (SU) Lda, que os exigem a pagar uma taxa pelo facto de pretenderem fazer daquela área uma paragem.
Por: Alfredo dos Santos Talamaku
A situação, com imagens dos indivíduos implicados apresentadas pelo NA MIRA DO CRIME está a preocupar os taxistas que se sentem alvos de perigo por parte dos bandidos que, a todo o custo, vandalizam as viaturas caso o motorista se recusar a pagar o valor exigido pelos supostos marginais.
Lucas Mateus, taxista, disse que o medo toma conta de si quando se aproxima do local. "Quando chego à loja Urba Nova, eu fico sem forças, porque sei que a qualquer momento um dos passageiros pode pedir para ficar e uma paragem pressupõe o pagamento de um valor a esses jovens malfeitores", disse.
Segundo testemunhas, os bandidos eram lotadores de táxi e gatunos de telefones ao longo das paragens de táxis do São Paulo.
"Eles roubavam telefones nas paragens de táxis, fingiam ser lotadores e, agora, montaram o esquema de fingir que estão a cobrar um valor a quem parasse naquele percurso", contou uma funcionária da loja.
A recusa do pagamento constitui motivos para a pilhagem dos pertences dos passageiros e do cobrador da viatura.
"O grupo é liderado por um tal de Laton, que tem passagem pela polícia; é muito perigoso e, na companhia dos seus, atacam rapidamente para não chamar à atenção da polícia que fica bem ao lado", revelam.
"Os efectivos da esquadra móvel da polícia conhecem bem os indivíduos, mas nada fazem senão prender as motas que aí passam", dizem.











