NOTA NEGATIVA – GPL tenta “tapar o sol com peneira” sobre o facto do cemitério do Benfica
A notícia, veiculada pelo Na Mira do Crime, sobre a venda de um espaço de mais de 1.050 m2 do Cemitério do Benfica à comunidade muçulmana estrangeira residente em Angola, a que se seguiu um “comunicado - esclarecimento” do Governo Provincial de Luanda (GPL) a desmentir, na quarta-feira (03), posteriormente reforçada na sexta-feira (05), por Stélvio Agostinho, chefe de Departamento do Gabinete Provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários do GPL, está a ser motivo de muito alvoroço por parte dos cidadãos que não acreditam nas explicações passadas e constitui uma grave Nota Negativa!
Por: Jap Kamoxi
Depois de uma reportagem feita ao Cemitério do Benfica, na sequência de denúncias de cidadãos descontentes e temerosos com a alarmante situação que se passa naquele campo santo, o Na Mira do Crime, tendo auferido, in loco, a realidade dos factos, ouvindo trabalhadores, usuários e o responsável da “Área Social” da comunidade islâmica e responsável pelos procedimentos efectuados naquele cemitério, no âmbito do direito ao contraditório, tentou ouvir também o director do Cemitério do Benfica, Ventura, “que não aceitou falar à nossa reportagem e remeteu-nos à directora do departamento provincial dos Cemitérios, identificada apenas por Jacinta que, por sua vez, na terça-feira, 26 de Março às 12 horas, remeteu-se igualmente ao silêncio”.
Depois de publicada a notícia, mesmo contra todos os factos, declarações de várias testemunhas, fotos e gravações em vídeo, o GPL, que devia ter falado quando foi necessário, mas os seus dirigentes arrogantemente não se dignaram respeitar o trabalho deste jornal, nem dar qualquer explicação à sociedade, vem com “pompa e circunstância” aos meios de comunicação social públicos, fazer um suposto “esclarecimento” a desmentir “as informações que circulam nas redes sociais sobre a suposta venda de uma parcela do Cemitério do Benfica, no município de Talatona”, sublinhando que "importa, ainda, esclarecer que a titularidade do referido campo santo é do Governo Provincial de Luanda e os procedimentos para o sepultamento obedecem apenas ao que está estabelecido no regulamento sanitário”.
Logo de seguida, na sexta-feira, dia 5 de Abril, Stélvio Agostinho, Chefe de Departamento do Gabinete Provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários do GPL, disse a órgãos de comunicação social, em função do mesmo assunto, “que o campo santo do Benfica é um local de descanso final para todos os cidadãos, independentemente da sua fé, origem, credo ou condição social, e tranquilizou a população, dizendo que o Cemitério do Benfica não está vendido”.
Contudo, Stélvio Agostinho não explicou porque é que os muçulmanos ocuparam “seis quarteirões no interior do Cemitério do Benfica onde sepultam os seus mortos, gradearam-no deixando uma estreita passagem e ditam as regras conforme os seus costumes, desrespeitando as leis angolanas”.
Se o campo santo do Benfica “é um local de descanso final para todos os cidadãos, independentemente da sua fé, origem, credo ou condição social”, como afirmou, qual a razão da divisão existente, porque é que parte do cemitério está reservada ao sepultamento de falecidos da comunidade islâmica, num espaço estimado em 1.050 m2, cercado por um forte gradeamento que separa angolanos e muçulmanos?
Algo não bate certo nesse dito “esclarecimento”, até porque contra factos não há argumentos!
O cidadão Isidro Manuel, um internauta que postou a sua opinião nas redes sociais, “até pode não estar vendido, mas é uma ofensa que um determinado povo expatriado tenha preferência espacial e reservada no campo santo! E porque não atribuir esta reserva aos nossos militares e polícias que morrem em serviço da Pátria?! Que explicação sem consistência de entendimento, ainda mais vindo dum Governo Provincial!!!”
Como esta, muitas outras opiniões estão a ser debitadas com bastante preocupação por parte dos cidadãos. “As entidades de direito parece que andam distraídas, não estão a visualizar o futuro; amanhã este País já não vai ser só ‘a passagem dos terroristas’, mas terá sim a comunidade toda instalada, ramificada e aí o Estado não vai conseguir assegurar mais nada”, adverte um comentarista ouvido na reportagem.
"Um dia os muçulmanos tomam Angola de ‘assalto’, as mesquitas estão a proliferar, eles têm duas a três mulheres e logicamente multiplicam os filhos, num único ano podem ter 3/4 filhos que estão a ser educados com a doutrina deles, estes filhos são angolanos”, asseverou.
Conforme disse, “os muçulmanos já controlarem a economia do País, têm capital (dinheiro), sabe o que alguns estão a fazer? Estão a colocar os filhos na Polícia e nas FAA e pagam para ascender de patente, amanhã são os chefes que vão mandar no país e daí implantar as regras deles”, antevê.
Infelizmente, disse outro cidadão, identificado por João Mwanza, “Angola continua a ser governada por corruptos que não querem saber nada do país, do povo, e muito menos do que pode acontecer no futuro, ou o que será das novas gerações. Só pensam neles mesmos e enriquecer o mais que poderem e rapidamente é o objectivo de todos esses dirigentes que por ai andam, principalmente esses que agora ascenderam a cargos de chefia. São todos corruptos que não se importam de vender o país por míseros trocados seja a quem fôr”, refere o cidadão agastado, acrescentando que “em minha casa mando eu, se não gosta dos meus métodos, retire-se! Não se pode admitir que os muçulmanos, cuja religião até não é reconhecida oficialmente pelo Estado angolano, venham aqui ditar ordens, impor condições, espezinhar as leis angolanas e, pior, menosprezar os angolanos no seu próprio país. Esses dirigentes contribuem para isso, estão a vender o nosso país”, alerta João Mwanza.
Como maneira de se instalar e conquistar espaço, socialmente, os islamitas interagem através de aspectos sociais e económicos, aproveitando-se, como já foi referido, de aspectos em que cidadãos locais e suas comunidades enfrentam consequências resultantes da pobreza; disfarçam-se de pessoas de bem, sem malícia, para atingir o extremismo.
Não sendo novo, o assunto já tem sido motivo de diversas chamadas de atenção ao Governo e demais órgãos de soberania, para o facto de “o islamismo em Angola comportar-se tipo ‘camaleão’, apalpando, pisando leve, passo sim, passo não, mas ganhando terreno e como que, despercebidamente, vai-se implantando na sociedade angolana”.
Dados a que se teve acesso permitem concluir que o “perigo está implantado no interior de Angola, podendo mesmo haver diversos paióis de armamento camuflados nas mesquitas, estabelecimentos comerciais e outras propriedades de indivíduos ou grupos islamizados”.
Como já tem sido explicado, os islamitas instalam-se nos territórios para onde vão com pretextos como negócios e outras formas de intercâmbio, mas acabam por constituir famílias localmente como forma de assegurar a sua permanência, facto que está a acontecer em Angola em larga escala, acabando por influenciar outras pessoas com os seus idealismos como se fosse a melhor e mais importante coisa do mundo.
Pelo que se tem visto, o islamismo é tão tóxico que, o senso de impor terror incuba-se no DNA do islamita. Uma vez que a sua comunidade se expande consideravelmente, começam então a exigir direitos, em detrimento das leis instituídas e das regras sociais locais. Em Angola está a alastrar-se e o caso do Cemitério do Benfica é só mais uma prova.
Neste sentido, quando um governo não cede às tais exigências, surgem atitudes anti-governamentais, anti-sociais e desencadeiam-se diversos actos terroristas premeditados e fatais, com alvos e vítimas em aglomerações humanas; assassinatos de responsáveis e funcionários de instituições públicas, de homens e mulheres de negócio, de elementos militares e de manutenção da ordem e tranquilidade públicas, com explosões de bombas em locais de espectáculos culturais, em estações de comboios, paragens de autocarros, meios de transporte públicos, em aeroportos e inclusive em aeronaves, etc.
O Governo deve, por isso, sem xenofobismos, regular e determinar regras incontornáveis para controlar a presença, em Angola, de estrangeiros islamizados, assim como limitar a sua circulação pelas localidades do país, limitando também a sua interação com os cidadãos nacionais, no sentido de desencorajar a permanência dessas pessoas na sociedade angolana.
Recorde-se que por volta do ano 2010, segundo dados a que se teve acesso, um antigo director nacional dos Serviços de Inteligência Externa (SIE), cujo nome não foi revelado, “terá aconselhado o Governo a evitar a pretensão de certos indivíduos islamitas de investir no sector da Educação e construir uma universidade em Luanda, com financiamento proveniente da Arábia Saudita”.
Na mesma esteira, o Governo não pode banalizar e tem que levar muito a sério a notícia que se tem sido divulgada sobre a criação de um partido político por parte de islamitas em Angola, cuja intenção já tem sido anunciada de um tempo a esta parte, embora de forma velada.
Antes da realização das eleições-gerais de Agosto de 2022, já se propalava a criação do referido partido, que tinha mesmo a pretensão de obter a legalização para concorrer naquele pleito eleitoral.
Ao que se disse então, os seus mentores terão sido “aconselhados” a esperar, idealizar melhor o projecto, “conquistar” mais apoios internos e lançá-lo numa “oportunidade mais propícia” de formas a não correr o risco de ser chumbado.
Descreve-se que o projecto dos islamitas é apoiado por empresários da comunidade muçulmana com forte poder económico, entre os quais grupos de origem libanesa e saudita.
A criação do referido partido visa criar em Angola uma espécie de “quartel-general islâmico” para tirar vantagens políticas, sociais e económicas, gerando um ambiente de controvérsias que acabará por despoletar em conflitos, à semelhança do que tem acontecido em outras sociedades em que o islão tenta controlar e manipular o seu destino, segundo os seus critérios de subjugação de povos.
Outra referência ao assunto é a proliferação de mesquitas, escolas islâmicas, embora não autorizadas legalmente, em cujo interior, alega-se, guardam segredos inconfessos, e não se pode descurar que sejam também esconderijo de armas e de meios bélicos. A desconfiança alastra-se aos armazéns e outros estabelecimentos comerciais, mesmo determinadas cantinas “estrategicamente” localizadas. Pelo que se aconselha às forças de defesa e segurança nacionais a efectuarem vistorias a esses locais.
A situação vista tal como é, pelas experiências que se conhecem vividas por outros países, em vários continentes e, sobretudo, no continente africano, não pode ser tomada de ânimo leve. A purga deve começar já, antes que o conflito armado chegue às fronteiras nacionais.
Atenção! Não se trata de islamofobia, não se trata de racismo nem xenofobia. Trata-se pura e simplesmente de segurança, da integridade territorial de Angola e da paz e bem-estar do Povo Angolano, que é um assunto inquestionável!











