General Furtado 'orienta' Justiça Militar a ‘tomar conta’ de generais que ‘afrontam’ o Comandante-em-Chefe
O ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, general Francisco Furtado, criticou os oficiais na reforma que ofendem os órgãos de soberania, especialmente o Comandante-em-Chefe, quando conferia posse a novos oficiais generais recentemente nomeados pelo Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, João Lourenço.
Por: Lito Dias
Furtado apontou o dedo aos oficiais na reforma que ofendem os órgãos de soberania, especialmente o Comandante-em-Chefe.
“Temos acompanhado alguns pronunciamentos de certos elementos, digo elementos porque, pela sua conduta, não podem se tratados, de facto, de camaradas, porque violaram todas as normas e procedimentos que o oficial general deve ter que concorrem para actos de crime contra o Estado, as Forças Armadas e contra os seus colegas de profissão que continuam nas Forças Armadas”.
Segundo o responsável, os órgãos competentes, em particular a Justiça Militar tem a responsabilidade de acompanhar e tomar as medidas que se impõem ao abrigo da Lei da Justiça Militar e pelos regulamentos vigentes nas Forças Armadas.
“Um oficial general mesmo após o seu licenciamento à reforma, deve manter-se imbuído de responsabilidades, e ter sentido de exercer com exemplaridade qualquer pronunciamento que venha a fazer, e particularmente que dirige ofensas morais e doutra índole contra a mais alta figura da Nação, no caso o Presidente da República”, alertou.











