NOTA NEGATIVA: China ‘envia’ todo tipo de bandido para Angola sob olhar impávido das autoridades angolanas
Os chineses estão a liderar os grupos de marginais em Angola, num olhar impávido e sereno das autoridades angolanas. Mineração de criptomoedas, prostituição, rapto, furto e outros crimes mais graves, estão na lista dos delitos que estes cidadãos, anteriormente protegidos pelo general 'Kopelipa' cometem sem que as autoridades consigam travar o cometimento dos referidos crimes.
Por: Telson Mateus
Muitos cidadãos chineses entraram em Angola por via dos acordos rubricados entre o governo angolano e chinês no âmbito da reconstrução do País.
Segundo apurou o NA MIRA DO CRIME, muitos destes cidadãos são indivíduos condenados na China e que vêem para Angola cumprir as suas penas de prisão como se de um trabalho comunitário ou social se tratasse.
Deste trabalho, que é remunerado, uma parte do valor vai ao bolso do operário e a outra para os cofres do Estado chinês.
Se por um lado alguns destes cidadãos cumprem com os objectivos pelos quais entraram em solo angolano, outros, muitos deles, ligados à 'mafia chinesa', aproveitam-se da fragilidade do sistema financeiro, policial e até mesmo de justiça para o cometimento de uma gama variada de crimes.
Só para se ter uma ideia, semanalmente, uma associação criminosa, ligada a cidadãos chineses é desmantelada pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC).
O mesmo SIC que já viu um seu oficial a ser cuspido na cara por um suposto cidadão chinês, empresário, que dias depois saiu pela porta principal do Tribunal de Luanda, a assobiar de lado. Pagou uma simples caução e lá foi fazer a sua viada.
Em causa estão a alegada participação destes cidadãos em vários crimes. Por exemplo, a mineração de criptomoedas, um negócio que noutras latitudes já não é crime, uma vez que os seus estados já legislaram e cujos rendimentos entram no orçamento geral do Estado, é um dos crimes que todas as semanas trazem rostos de cidadãos chineses às telas. Na semana finda, por exemplo, o SIC apreendeu sete contentores carregados de equipamento de mineração de criptomoedas dissimulados num estaleiro de chineses na nova província de Icolo e Bengo. Esta não é a primeira, nem tão pouco será a última vez que cidadãos chineses caiem nas malhas do SIC com este crime, que ao que tudo indica, tem tido bastante aderência destes criminosos, como é também a exploração de minerais de reserva estratégia do Estado angolano.
Nalguns casos, dá nos a ideia que estes criminosos têm recebido uma resposta à altura das autoridades, nomeadamente, o Serviço de Investigação Criminal, em coordenação operativa com a Direcção Nacional de Combate aos Crimes Informáticos, Gabinete de cibercrime da PGR, SINSE e demais órgãos operativos de especialidade. Mas, o que inquieta o pacato cidadão, é que nunca vimos nenhum destes criminosos julgados pelos crimes cometidos.
Não se sabe ao certo que ‘acordos secretos’ a China tem com Angola, mas a forma como maltratam os nacionais, a forma como exploram as nossas terras, dá a impressão que fomos ‘vendidos’ dentro do nosso solo pátrio.
Em boca pequena, os bandidos chineses chamam os angolanos de “cabeça água”, ou seja, no lugar ma massa cinzenta, parece que o angolano prefere colocar água, para desacelerar o raciocínio lógico.
Com o combate ao crime de mineração de criptomoedas, os cidadãos chineses viraram as suas baterias para outro crime mais grave ainda: a exploração de minerais preciosos, tendo na semana finda, sido apreendidos no Porto do Lobito, por exemplo, 39 contentores com minério de quartzo com destino à China. Assim mesmo, do nada, queriam levar tanta carga para fora.
Aqui fica um desafio, se nos próximos seis meses os responsáveis desta carga serem apanhados e apresentados à imprensa, e aqui falamos dos verdadeiros donos da carga, os empresários que comem com os juízes e responsáveis dos órgãos de investigação, então o país começou a ‘processar’.
De acordo com o porta-voz local do SIC, Francisco Vieira, a carga foi apreendida por ter proveniência ilícita, estando a investigação desencadeada a investigar para determinar a quem pertence o mineral e como foi explorado.
A empresa envolvida, confirmou o porta-voz, é de nacionalidade chinesa e desenvolve actividade no País, salientando que parte do mineral apreendido foi explorado no município do Lobito, província de Benguela.
caso fossem bem sucedidos no envio destes contentores à China, estes 'amigos do alheio' sairiam com uma boa massa nos bolsos.
De resto, é importante que as autoridades competentes trabalhem junto da embaixada chinesa em Angola, liderada pelo embaixador Zhang Bin, para se limitar a entrada de cidadãos com cadastro criminal de modos a não influenciar cidadãos de outras nacionalidades, devido a fama de impunidade que grassa nas nossas fronteiras, onde maior parte dos chineses, uns mais endinheirados que outros, acabam por sair das cadeias com o pagamento de cauções xorudas, não importando o crime cometido.











