Coronavírus: 40 passageiros recém-chegados a Luanda em quarentena num hospital de referência na Barra do Kwanza
O anúncio surgiu no mesmo dia em que o Governo angolano decretou quarentena para todos os cidadãos chineses e angolanos que provenham do país asiático.
Segundo Manuel Augusto, que falava à imprensa, o Governo está a cumprir as normas internacionais e a criar condições para preservar a saúde pública, admitindo que as medidas "não são simpáticas e podem perturbar a actividade económica".
"Há parceiros e trabalhadores que podem estar abrangidos" pela quarentena, expressou o ministro.
Manuel Augusto reafirmou que Angola está a trabalhar com as autoridades chinesas e as representações diplomáticas e consulares naquele país e mantém contacto permanente com os cidadãos angolanos e residentes na China.
"O mais recomendável é confiar nas medidas que as autoridades sanitárias estão a tomar para poder enfrentar esta epidemia", sublinhou, afastando para já a necessidade de repatriamento de cidadãos angolanos.
A China elevou para 563 mortos e mais de 28 mil infectados o balanço do surto de pneumonia provocado por um novo coronavírus (2019-nCoV) detectado em Dezembro passado, em Wuhan, capital da província de Hubei (centro), colocada sob quarentena.
Nas últimas 24 horas, registaram-se 73 mortes e 3.694 novos casos.
Além da China, foram reportados casos de infecção pelo coronavírus em Macau, Hong Kong, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, França, Alemanha, Austrália e Canadá.
Visão do Ministério
O Na Mira do Crime fez referência a duas salas que estavam preparadas para atender estes casos no Hospital Maria Pia e Sanatório. Este site chamou atenção a perigosidade a que muitos doentes e visitantes estariam expostos. Em resposta, e para bem de todos, o hospital foi instalado longe do casco urbano.











