Forças de Defesa e Segurança em prontidão: Nível de segurança do país inspira cuidados e foi elevado para o nível 2
As forças de segurança são organizações cuja missão é proteger e garantir a lei, a ordem e a segurança públicas num Estado. Normalmente, as forças de segurança são organismos públicos que funcionam na dependência do governo ou órgão de poder Executivo do Estado, no caso em Angola o Ministério do Interior, tendo funções excepcionais, pode desempenhar funções de segurança interna, passando assim a ser consideradas forças de segurança.
Por: Na Mira do Crime
De acordo com uma fonte do Serviço de Informações e Segurança do Estado (SINSE), os actos de incivilidades que assistimos nos últimos dias em várias províncias de Angola, que promoveram vandalismo e arruaça, obrigaram as Forças de Defesa e Segurança a se posicionarem estrategicamente num sentido preventivo de controlo, elevando o nível de segurança em todo território nacional para o nível 2, no domínio da segurança e reposição da ordem.
Este estágio apanhou muitos efectivos da Polícia de Ordem Pública desprevenidos, não tendo o mínimo conhecimento da matéria, o que forçou a 'improvisarem', causando muitas vítimas mortais no seio da população, porque foram usados meios letais para travar a população que usava objetos contundentes contra os agentes da ordem.
O estágio 2, segundo a fonte, implica "alguma preocupação" no controlo da situação operativa de segurança pública, sendo ainda uma situação controlada mas que inspira cuidados para que não haja subversão da ordem e tranquilidade públicas.
Actualmente estamos no estágio 2, as forças de Defesa e Segurança mantém a prevenção para que a situação não saía do controlo e não haja subversão.
"Todas as forças de Defesa e Segurança foram activadas para garantir a segurança de todos", sublinhou.
Para este exemplo temos constatado em vários pontos da cidade capital várias forças policiais e militares, munidos de armas de fogo a controlarem estabelecimentos comerciais, bancos e bombas de combustíveis, o que leva a crer que à situação ainda inspira cuidado.
Está demonstração de força vai aumentar nos próximos dias, devido a grupos criados nas redes sociais que 'agitam' a uma nova paralisação dos táxis, em troca da libertação do vice-presidente da ANATA, Rodrigo Luciano Catimba, detido na passada quinta-feira pelo SIC em Benguela, por alegada incitação à violência.
Há grupos que defendem uma nova paralisação dos taxistas do dia 11 a 17 do mês em curso, facto já demarcado pela ANATA.
Quanto ao estágio 3, não é prudente agora, porque neste nível as forças de Defesa e Segurança elevam o seu posicionamento operacional, onde à situação de segurança pública é considerada instável dando lugar a um Estado de Sítio e noutros casos Guerra.











