Ministro do Interior 'arrepia' organizadores de manifestação
Laborinho avaliou o equipamento, a capacidade técnica e os dispositivos tácticos das forças e da Unidade, tendo manifestado a sua satisfação pela forma como estão organizados, pelo rigor, disciplina e prontidão dos efectivos, pela sua capacidade de intervenção em acções que atentam contra a ordem e tranquilidade públicas, tais como manifestações inopinadas e violentas, combate à criminalidade organizada e violenta, terrorismo, distúrbios e motins, entre outros crimes que exigem o auxílio de uma força militarizada, com treino especial, que tem como finalidade, repor a paz social que a sociedade merece.
Dentre os vários assuntos abordados, foi possível analisar questões de interesse daquela Unidade Especial da Polícia Nacional, tais como a troca de experiência com outras forças policiais conceituadas a nível mundial, o reconhecimento daqueles que se destacam em missões e os que devem ser promovidos por estarem no posto há mais de cinco anos, o apoio em questões sociais, bem como o processo de formação especializada.
O Ministro Eugénio Laborinho baixou orientações precisas em relação a consciência que deve existir na utilização dos meios letais e não letais, assim como exortou aos bravos efectivos da força de elite e de reserva da Polícia Nacional em estarem em prontidão máxima para toda e qualquer situação de segurança pública que exigir o reforço do policiamento ou a intervenção daquela Unidade Especial, atendendo que “aqueles que concorrerem para a desordem e desestabilização da sociedade, violando os bens jurídicos instituídos, terão um tratamento das nossas forças adequado às normas legais, porque não se pode permitir que haja anarquia e violência para alcançar fins inconfessos”, retorquiu a Entidade.











