Pensões adulteradas: Pensionistas da Caixa de Segurança Social das FAA pedem intervenção do PR
Três anos depois, uma boa parte dos pensionistas da Caixa de Segurança das Forças Armadas Angolanas (CSS-FAA), aguarda pela regularização das suas pensões.
Por: Lito Dias
Agora que se pensava em uma solução, depois de vários anos de ‘concha’, é que a direcção da CSS-FAA veio a terreiro dizer que já fez tudo o que pode; o que falta é da responsabilidade inteira do Presidente da República.
"Só está resolvido o problema das empregadas, com os pagamentos a começar este mês; quanto ao pagamento por patente está difícil", revelou ao Na Mira do Crime uma fonte da CSS-FAA, adiantando que o Ministro da Defesa Nacional alega que tem de ser o Presidente da República a enviar o pedido de revogação e renovação da lei, “e que as mentiras com que nos consolavam eram de que não havia liquidez”.
“A Secretaria do Tesouro pode reagir a qualquer altura e, nos últimos dias, diziam que a crise que o país vive está na base de tal atraso”, desvendou.
"Dizer que a única questão exigida tem a ver com a concretização do dinheiro das empregadas não é verdade", desmente a nossa fonte, salientando que o principal problema está logado ao descompasso do valor das pensões.
"Há capitães a auferirem uma pensão de 53 mil kwanzas e outros a receberem 74 mil, 105 mil e 230 mil, respectivamente", elucidou, questionando o critério que foi seguido pela CSS-FAA.
No início, acrescentou, o factor de idade estava a ser usado como pretexto. Só que, os últimos beneficiários, não obedeceram a nenhum critério que não fosse o salário-base.
Neste último processo, conforme as coisas evoluíram, os pensionistas pedem que o Presidente da República ponha ordem no modo de pagamento das pensões dos ex-militares.











