Massacre de Cafunfo: Paulo de Almeida usa míssil intercontinental contra agentes da Polícia
O Comandante da Polícia Nacional, Comissário Geral Paulo de Almeida, expulsou dois agentes da Polícia Nacional, nomeadamente o Inspector-Chefe Eduardo Sachissapa Bongo Tomé e o Agente Jonilto Mendinho Txijica, por terem participado na execução dos membros do Movimento Protectorado Lunda, que supostamente queriam invadir uma esquadra, depois de serem impedidos de se manifestar.
Os visados são acusados de ofensas corporais contra detido e profanação de cadáver. Recorde-se o acto ocorreu no dia 30 de Janeiro de 2021, quando elementos afectos ao auto denominado Movimento do Protectorado Português Lunda tchokwe, investiram com paus e catanas contra uma esquadra, e foram assassinados a tiro.
A decisão consta de um despacho - No 015 GAB/CGPNA/202 - assinado pelo Comissário Geral Paulo Gaspar de Almeida.

De Almeida abandonou a tropa
Paulo de Almeida tinha anteriormente descrito os acontecimentos como o resultado de acções criminosas e defendeu a actuação das forças de segurança no local que disseram ter sido alvo de uma “rebelião armada” que visava ocupar uma esquadra da polícia.
“Sempre que há assassinatos pela polícia o Comandante defende o seu efectivo”, denunciava o advogado Salvador Freire a VOA.
Comandante-geral da polícia havia prometido responder com violência a quem atentar contra a soberania de Angola, após acções em Cafunfo. "Aqueles que tentarem invadir as nossas esquadras ou outras instituições para tomada do poder vão ter uma resposta pronta, eficiente e desproporcional da polícia nacional", avisou Paulo de Almeida.
"Se você atacar o Estado angolano com faca, ele responde-te com pistola, se estiver a atacar com pistola, responde-se com AKM, se você estiver a atacar com AKM, ele responde-te com bazuca."











