Roberto de Almeida ‘levou’ Agostinho Neto ao Serviço de Investigação Criminal
O Serviço de Investigação Criminal (SIC), acolheu, ontem, terça-feira, 14, no Anfiteatro da sua sede, em Cacuaco, a palestra subordinada ao tema "VIDA E OBRA DO DR ANTÓNIO AGOSTINHO NETO”.
O acto foi presidido pelo Comissário-Chefe Arnaldo Manuel Carlos, que na sua mensagem de boas vindas agradeceu a presença de Roberto de Almeida, deputado da bancada parlamentar do MPLA, e prelector da atividade, “pela sua trajectória invejável, e por ter dispensado os seus afazeres para brindar o SIC com os seus ensinamentos e conhecimentos únicos em volta da figura de Neto”.

Arnaldo Carlos ao elevar o sentido e o espírito patriótico do efectivo ressaltou que "uma nação que não valoriza os seus líderes, que não valoriza o exemplo dos seus líderes, dos seus heróis, está condenada a não ter futuro”, e os jovens, sublinhou, devem respeitar os valores essenciais que fundamentam a existência de uma nação, respeitando os mais velhos, respeitando os valores mais nobres de uma Nação.
Por sua vez, o deputado Roberto de Almeida enfatizou as grandes qualidade de Neto que, ainda em tenra idade já ajudava o seu pai a ministrar aulas com a sabedoria que lhe era peculiar.
“Demonstrou qualidades únicas do Humanista que sofreu várias cadeias porque acreditava no sonho de uma Angola Independente”.

De acordo com o prelector, Neto, enquanto Primeiro Presidente de Angola, esteve sempre como um africanista pois tinha como um dos seus principais objectivos ajudar os Países africanos que viviam sob o jugo colonial.
“Neto era um homem íntegro e bastante humanista, amante da cultura e dos desportos, médico de profissão, escritor emprestado à política”, ressalvou.
As poucas mais de duas horas foram insuficientes para ouvir tão cativante prelecção, que fixou olhares atentos dos efectivos do SIC presentes na sala, e que queriam esgotar a última gota da sabedoria Neto, narrada por um nacionalista avisado e um poeta de Pseudónimo literário "Jofre Rocha”.
Na ocasião, os efectivos empolgados, partilharam a sua satisfação com elogios e agradecimentos.
Roberto de Almeida enalteceu o esforço do SIC no combate à criminalidade, e encorajou os homens e mulheres deste serviço a prosseguirem nesta luta, pois, disse, “não são poucas vezes que até os vossos nomes são denegridos por incompreensões".











