João Lourenço anuncia aumento e ajustamento de salários da função pública
Contrariamente ao que foi dito recentemente, que o país não tinha dinheiro para proceder ao aumento salarial, a um nível que os sindicatos estão a exigir, eis que nessa sexta-feira, 28, O presidente do MPLA, João Lourenço, anunciou, esta sexta-feira, 28, na cidade de Menongue, província do Cuando Cubango, que o Executivo aprovará nos próximos dias, o aumento do salário mínimo nacional e o ajustamento dos salários da função pública.
Por: Lito Dias
Falando em Menongue, esta sexta-feira, 28, onde apresentou a agenda política do MPLA para 2022, por sinal, ano de eleições, Lourenço disse a medida enquadra-se no cumprimento das políticas defendias pelo MPLA, aumentando desta forma os rendimentos mensais dos trabalhadores e respectivas famílias”.
O presidente do partido dos camaradas referiu-se também à Reserva Estratégica Alimentar que, de acordo com o Executivo, visa regular o mercado e influenciar a baixa de preços dos produtos alimentares essenciais que integram a cesta básica. Lourenço mostrou-se optimista quanto ao resultado deste programa. Olhou para trás e considerou que muita coisa foi feita, no quadro da reforma política, administrativa, dentre outras.
"MPLA superou adversidades"
Na abertura do ano político, o presidente do MPLA, João Lourenço, apelou aos seus militantes a continuar a trabalhar no sentido de vencer as próximas eleições porque, segundo disse, o partido superou as adversidades que encontrou pela frente.
"O MPLA reitera, na sua agenda política, continuar a construir a paz e a reconciliação nacional, o Estado Democrático e de Direito, a economia de mercado, mais postos de trabalho, criar mais postos de saúde , educação e habituação e criar todas infra-estrutura para o bem do país", garantiu o líder do partido governante.
Como não devia deixar de ser, deixou uma palavra à oposição, acusando-a de querer usar vias impróprias para alcançar o poder. Referiu-se concretamente, e mais uma vez, às acções de vandalismo dos bens públicos, sublinhando que a paz trouxe essa oportunidade de construir para o bem dos angolanos, logo não se pode admitir actos de destruição.











