Tomada de Posse: Polícia não irá permitir actos de desordem ou rebelião, avisa Comandante-Geral
O Comandante-Geral da Polícia Nacional de Angola (PNA), Comissário-Geral, Arnaldo Manuel Carlos, garantiu, ontem, terça-feira, 13, em Luanda, que as forças policiais estão em prontidão para garantir segurança às pessoas e instituições democraticamente constituídas.
Por: PNA/NA MIRA DO CRIME
A alta patente da Polícia Nacional falava na Unidade de Reacção e Patrulhamento de Luanda (URP), para as forças que irão assegurar o acto de investidura dos órgãos eleitos, tendo realçado que, a Corporação não irá permitir actos de desordem ou rebelião, lembrando, que "o País tem lei".
"Temos observado que certas pessoas, de forma individual, ou em grupo, promovem, através das redes sociais actos de rebelião e incentivam o vandalismo. Nós não vamos dar espaços a estas pessoas, porque qualquer País tem lei. Tanto é que estes cidadãos estão a ser detidos para serem responsabilizados criminalmente", afirmou o Comissário-Geral da PNA.
Pelo facto, o número “1” da Corporação apelou aos cidadãos a respeitarem as autoridades.
"É necessário que se respeitem os dirigentes. É necessário que se respeitem as autoridades. Não é democracia ir às redes sociais distratar as pessoas e as instituições", observou.
Arnaldo Manuel Carlos assegurou que a PNA vai continuar a garantir as medidas de segurança para o cumprimento da lei e elevar os níveis de segurança no país.
"Estamos aqui como força da ordem para impor o cumprimento da lei. O nosso País só vai desenvolver se houver segurança e se houver o respeito entres as pessoas. Temos que elevar os níveis de segurança porque o desenvolvimento de um país depende deles, ninguém aceita investir num país onde não há Segurança”, explicou, acrescentando que, neste quesito, a Polícia tem sido implacável.
“Somos um órgão muito forte e estamos preparados para garantir a segurança do País", garantiu.
UNITA pede ponderação
Num comunicado do secretariado da comunicação e marketing, divulgado esta terça-feira, 13, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) insiste em não reconhecer os resultados eleitorais, validados na semana passada pelo Tribunal Constitucional.
O partido do Galo Negro apela também ao bom senso das forças de defesa e segurança "desdobradas em todo o país e equipadas com material bélico pesado, a se absterem do uso da força contra os cidadãos".











