Sawanga e Mutinde: Jovens que tudo deram em prol da vitória do MPLA e de João Lourenço
O Partido MPLA ganhou as eleições gerais de 24 de Agosto de 2022. Segundo a opinião pública, nacional e internacional, este quinto pleito eleitoral realizado em Angola foi o mais renhido em relação a todos anteriores. Valeu o empenho de abnegados militantes que deram o seu melhor e não se esquivaram a sacrifícios para captar a simpatia do eleitorado e catapultar o partido para a vitória
Por: Na Mira do Crime
Na quinta-feira (15), o Presidente da República reeleito, João Lourenço e a vice-Presidente da República, Esperança Maria da Costa, vão tomar posse e começa assim um novo ciclo governativo de cinco anos.
Apesar dos pesares, o PLA mereceu, mais uma vez, a confiança do eleitorado e ganhou com maioria absoluta. Porém, não foi fácil a contenda democrática, diante dos desafios que tiveram que ser ultrapassados e dos muitos obstáculos que foram removidos.
Para os analistas, estas eleições apresentaram um cenário de verdadeiro alarme para o MPLA; os camaradas, nomeadamente, a sua direcção, têm que saber ler nas entrelinhas do que realmente aconteceu e não deixarem-se embriagar pela vitória. Há que tirar ilações para não deixar os seus créditos em “mãos alheias”, porque, além das dificuldades impostas pelos adversários políticos, o partido foi alvo de “traições” e descrença de individuos que, ao longo dos tempos, muito se têm beneficiado do partido, mas que perante alguma tribulação, uns esconderam-se e outros abandonaram o “barco”.
Em todos os processos da vida, há gente que se comporta como “ratos” e há homens, e mulheres, de carácter, que fazem a diferença.
Estes, em meio às maiores dificuldades, continuam firmes e com engenho, humildade e bom senso, empenham-se a fundo para contornar e/ou galgar os obstáculos que se apresentem ao longo do percurso, não esmorecendo diante das situações mais desesperantes por acreditarem que, com esforço, dedicação e abnegação, é possível.
Na visão dos analistas, o MPLA, deve dar graças a algumas pessoas que deram o melhor de si, entre dificuldades jamais vistas, sofrendo insultos, ameaças e escárnio, nas diversas localidades das províncias do país.
Neste âmbito, duas dessas pessoas, que enfrentaram tudo e todas as adversidades, que praticaram um activismo sério, interagiram com as populações sem preconceitos de nenhuma ordem, mobilizaram, sensibilizaram e devolveram a esperança a milhares de cidadãos, a nível dos bairros periféricos dos municípios de Luanda, são sem dúvidas os jovens Leandro Mutinde e Alcino Sawanga, respectivamente 1º secretário do CAP 112 do distrito urbano do Benfica, município de Talatona e presidente do Movimento de Apoio Solidário de Angola (Movangola).
Alcino Sawanga
A sociedade considera Sawanga, com muita estima, um jovem corajoso, determinado nos seus propósitos e forte na mobilização da população, por saber fazer e interagir com as pessoas, com humildade, respeito e espírito de ajuda.
Por esse carácter que ostenta e pela consideração que já adquiriu junto dos populares, levou a cabo uma grande e interessante campanha de enaltecimento ao líder da nação, Presidente João Lourenço, engrandecendo os feitos do seu primeiro mandato, garantindo que mais e melhor se fará com a sua reeleição.
António sawanga, pela forma como executa e realiza diversas actividades, principalmente durante o período eleitoral, é apontado pelos jovens e pelos cidadãos em geral como um dos grandes cabos eleitorais da sociedade civil dos últimos tempos.
Recorde-se que António Sawanga vem da escola da JMPLA, organização juvenil do MPLA (partido no poder) e também do Movimento Nacional Espontâneo (MNE), tendo ocupado várias funções de relevo no associativismo juvenil e não só.
Leandro Mutinde
De acordo com um cidadão, identificado por Francisco António Manuel, morador na Zona Verde do Benfica, “é de louvar o intenso trabalho efectuado pelo jovem Leandro Mutinde que demonstrou ter o carácter e a sensibilidade que deve ter um verdadeiro dirigente que luta pelo bem-estar do povo”, enalteceu, acrescentando que “se o MPLA tivesse pelo menos dez “Leandros” na província de Luanda, nunca a oposição levaria a melhor”.
De facto, Leandro Mutinde, que é filho de um quadro veterano do MPLA, Pedro Mutinde, é um exemplo a ter em conta.
Diferente do que fazem os filhos e familiares de outros dirigentes do partido e do Executivo, que passam a vida no exterior do país a gastar dinheiro que nenhum sacrifício lhes custou e sentem-se superiores aos demais cidadãos, o jovem Leandro vai à luta e não se limita à conversas fiadas.
Organiza e participa em campanhas de limpeza, recolha de lixo e saneamento; organiza e participa na arborização e embelezamento das comunidades plantando árvores e pintura de lancis. Vai aos bairros, interage com os jovens, aconselha e resgata muitos dos maus caminhos, delinquência e prostituição, ajuda e incute neles a esperança de dias melhores.
O mesmo acontece com os demais cidadãos, sobretudo com as camadas mais desfavorecidas; vai aos mercados, conversa com as vendedoras, com as zungueiras, ausculta as suas dificuldades e, na medida do possível, ajuda com o que pode, sem recorrer aos dinheiros públicos e não se gaba por isso, como uns e alguns fazem.
Na opinião dos analistas, infelizmente, muitos dirigentes a nível de Luanda, e de outras províncias, estão caducos, não inovam nos procedimentos, não têm visão nem consciência de que a sociedade de ontem não é a mesma de hoje. Esses dirigentes, ultrapassados no tempo e no espaço, têm que ter a cultura de saber que já deviam ter “arrumado as botas” e deixar lugar a outros com visão mais contemporânea e que possam interagir melhor.
“A direcção do partido também tem que inovar e deixar de nomear gente por coveniência em detrimento de abnegados militantes que dão tudo por tudo para o engrandecimento do partido, pela sua imagem e que dariam a sua vida pelo que acreditam”.
Continuando, referem que “andam por aí alguns indivíduos, incluindo muitos dirigentes do próprio partido que só mandam ‘bocas’ por dinheiro.
Na ‘hora da amargura’ escondem-se no silêncio e até engendram maquinações para ‘queimar’ o partido e passam a ser eles os ‘bons da fita’.
Quando a situação se reverte, como é o caso, agora, da vitória nas eleições, todos aparecem feito ‘heróis’, já voltam a mandar ‘bocas’, já voltam a bajular, a organizar festas de pseudas homenagens ao Presidente reeleito, ao partido e por aí fora, roubando o mérito de quem realmente trabalhou, se sacrificou, correu atrás do prejuízo. Estes voltam a ser esquecidos e assim, em vez do processo avançar, estagna ou volta para trás”, alertam.
Assim sendo, Alcino Sawanga e Leandro Mutinde são os nomes mais sonantes do MPLA que estão na boca do povo, principalmente da juventude, nos bairros periféricos de Luanda e não só, são os homens de quem se fala, que ajudaram a resgatar a mística de que o “MPLA é a força do Povo”.
A direcção do MPLA tem que prestar melhor atenção a esta geração de militantes, verdadeiros serviçais em prol do desenvolvimento do país e do bem-estar das populações, pois deles depende o futuro.











