Tribunal Constitucional extingue P.NJANGO, APN prepara-se para o adeus
Contas mal feitas e estratégias mal montadas levaram os partidos P.NJANGO (de Dinho Chingunji) e APN (de Quintino Moreira) a não conseguirem obter 0,5 por cento dos votos nas eleições de 24 de Agosto, cifra suficiente para sobreviver da extinção.
Por: Lito Dias
Acontece que pouco mais de dois meses depois das eleições, o Tribunal Constitucional (TC) vai decretando o desaparecimento dessas forças políticas.
Nesta quarta-feira, o TC decretou a extinção do Partido de Eduardo Dinho Chingunji, fundado na véspera das eleições. O P.NJANGO, para além de não eleger sequer um deputado, não conseguiu o número desejado de votos para se manter vivo.
Apesar de ter ainda 10 dias para contestar a extinção Dinho Chingunji tem poucas hipóteses de manter a chama viva de um possível reaparecimento no próximo pleito. Os 0,42 por cento obtidos a 24 de Agosto não permitem a sua manutenção na vida política.
A APN, partido liderado por Quintino Moreira, é o próximo a ser oficialmente extinto, pelas mesmas razões.
Em 2017, não atingiu o número suficiente de votos para conseguir assento parlamentar, mas em 2022, para além de não conseguir quebrar a ausência de 10 anos fora da assembleia, conduziu o seu partido ao desaparecimento, à semelhança de 2012.











