Ministro do Interior pede aos novos Directores-gerais Adjuntos do SIC sacrifício, coragem e dedicação
O Ministro do Interior, Eugénio Laborinho empossou está quarta-feira, 15, os novos Directores Gerais e Adjuntos do SIC a quem pediu maior responsabilidade, muito trabalho, comprometimento, sacrifício, coragem e dedicação, tendo em conta os desafios que o país enfrenta, no domínio da criminalidade.
Por: NA MIRA DO CRIME
"Auguramos que os Directores Gerais Adjuntos do SIC, ora empossados, auxiliem o Director Geral do Órgão a tomar as melhores decisões na gestão de recursos humanos, que é a grande riqueza do SIC, bem como nas acções de prevenção e combate à criminalidade violenta e a praticada por grupos organizados”, disse o governante, deixando uma recado ao novo Director de Combate aos Crimes de Corrupção, no sentido de cumprir a sua missão, com perspicácia e perseverança, pois, combater a corrupção não se afigura como uma tarefa fácil.
"É uma acção que deve ser dinâmica, permanente e realizada na base da inteligência, considerando os contornos deste tipo de criminalidade e as pessoas geralmente envolvidas", sublinhou o titular da pasta do Interior.
Já ao Director de Combate ao Tráfico Ilícito de Pedras, Metais Preciosos e Crimes Ambientais, Eugénio Laborinho disse esperar que adopte medidas e pratique actos que contribuam significativamente para o reforço das acções de prevenção e combate ao garimpo de minerais estratégicos e recursos ambientais, que têm sido delapidados por grupos organizados.
Enquanto isso, ao novo Director Provincial do SIC Luanda, orientou que mantenha a firmeza e prontidão, definindo acções operacionais eficazes para a redução das cifras criminais e de outras práticas ilícitas que afectam a cidade capital do País, considerando que a Província de Luanda é a localidade com maior concentração populacional e que regista o índice mais elevado da criminalidade.
Aos Ex-Directores do SIC e ao Ex-Director do Gabinete Nacional da INTERPOL, o Ministro agradeceu pelo trabalho desenvolvido no exercício das funções anteriores, e fez votos que nestas novas funções de Conselheiro do Director Geral do SIC, auxiliem o Titular do Órgão a tomar as melhores decisões, colocando a experiência ao dispor e em benefício do desenvolvimento da instituição.
Aos outros Conselheiros do Director Geral do SIC, continuou, “exortamos a debitarem a experiência acumulada em prol do SIC, visando a obtenção de melhores resultados”.
“Devemos melhorar a actuação operacional do SIC e a qualidade da instrução processual, com vista a garantir o esclarecimento célere dos crimes, com eficiência e eficácia”, exigiu.
De acordo com o número 1 do Interior, com as mudanças operadas, pretende que o SIC reforce as acções de prevenção e combate aos crimes de homicídios, roubos, corrupção, vandalização e furto de bens públicos, fraudes financeiras, fiscais e outros crimes económicos.
“O SIC, em coordenação com a Polícia Nacional e os Bancos Comerciais, deve dedicar uma atenção especial aos crimes cibernéticos, porquanto, nos últimos tempos, para além de outras fraudes, vem se registando um aumento significativo de burlas que envolvem o acesso ilícito a contas bancárias das vítimas, resultando a perda de altas somas monetárias”, sentenciou.











