UNTA realiza reunião ordinária com associações dos Sindicato em Luanda
Os membros do conselho provincial de Luanda, realizaram neste fim de semana, uma reunião ordinária, onde foram discutidos vários pontos para apreciação e adopção de alguns documentos.
Por: Kihunga Bessa
A actividade presidida pela secretária geral da União dos Sindicatos de Luanda, Filomena Soares, serviu de exercício para adoptar algumas resoluções assim como a revisão e a aprovação de algumas actas.
Dentre os vários pontos discutidos, o destaque recai mesmo para o plano da realização de uma plenária sindical, em solidariedade com os trabalhadores da Angola Telecom, que sofrem represálias após a greve.
Foi aprovada na reunião a paralização dos trabalhos na empresa, durante a primeira quinzena do mês de Março, caso até lá, os problemas não forem resolvidos.
Numa conversa mantida com o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações de Luanda, sobre a situação actual dos funcionários da Angola Telecom, Lourenço Francisco Afonso informou ao NA MIRA DO CRIME que as relações com a entidade patronal não são boas desde a última greve, realizada entre 21de Junho a 30 de Setembro de 2022, e que, fruto de alguns contactos e negociações, foi suspensa a fim de retomarem os trabalhos no dia 1 de Outubro.
Conta o secretário que a entidade empregadora assim não entendeu e teve resistência de receber os trabalhadores que o fez de forma selectiva, onde muitos deles foram transferidos para outros postos de trabalho e outros baixaram para a condição de estagiários durante 4 meses.
Acrescentou ainda haver quatro situações pendentes que envolvem a cidadã Edith Perez e Ana Mendes que foram duramente penalizados, ficando dois meses sem salários por estes negarem uma proposta de reforma compulsiva sem antes completar o templo de serviço ou a idade correspondente para o efeito. Actualmente, as suas trabalhadoras, disse, vivem de gestos de solidariedade dos colegas, situação complicada para chefes de família. Na mesma situação estão os jovens Agostinho Coxi e Cecília Fonseca que se encontram desde Outubro de 2022 sem salários.











