SIC E CNJ de mãos dadas na prevenção contra Criminalidade
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) e o Conselho Nacional da Juventude (CNJ) pretendem estreitar as relações e andarem lado a lado no combate à sinistralidade.
Por: Belchior Resende
Num encontro de trabalho realizado recentemente nas instalações do CNJ, em Luanda, o Director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do SIC-Geral, Superintendente-Chefe de Investigação Criminal, Manuel Halaiwa reuniu-se com o Presidente do Conselho Nacional da Juventude, Isaías Kalunga, cujo objectivo centrou-se em traçar estratégias de participação da Juventude na sensibilização para prevenção da criminalidade no país.
Manuel Halaiwa, em nome da Direcção Geral do SIC, informou a Kalunga sobre o diálogo que se pretende com a juventude de Angola, e que o encontro resulta de uma orientação do Ministro do Interior, Eugénio César Laborinho.
“O ministro direccionou o interesse desta coordenação de trabalho e enquadra-se no plano estratégico de comunicação do SIC, no âmbito da prevenção e repressão à criminalidade, sendo o CNJ um parceiro importante para o alcance deste desiderato, uma vez que grande parte dos crimes são cometidos por jovens, para além de que também são os jovens, em muitos casos, alvos dessa acção criminosa, daí ser fundamental esta cooperação”, observou o oficial do SIC.
O responsável informou ainda ser interesse do órgão, cooperar com o CNJ na sensibilização em massa das comunidades, através das associações juvenis de diversa natureza, inscritas no referido conselho, sobre os crimes de Agressão Sexual e os abusos sexuais de menores, principalmente aqueles que ocorrem no seio familiar e que não são denunciados.
Por seu turno, Isaías Kalunga agradeceu o gesto e parabenizou a iniciativa do Ministério do Interior, por intermédio do SIC, dando também a conhecer os principais objectivos e tarefas do CNJ, bem como o envolvimento das associações ligadas ao conselho no âmbito da prevenção à criminalidade.
“Neste projecto vamos avançar imediatamente porque precisamos levar à juventude uma mensagem de prevenção para não mantê-los presos ao crime”, frisou Isaías Kalunga.
No final do encontro, o Porta-voz da Direcção Geral do SIC realçou que as questões de segurança pública, às vezes, são pouco compreendidas, principalmente na canalização de informações e de factos criminais nas redes sociais, sem o devido cuidado, o que cria muitas vezes um falso alarme público ou mesmo um sentimento de insegurança no seio das populações, o que não é o mais correcto.
O SIC e o CNJ reforçaram por esta via as linhas mestras de actuação que vão nortear nos próximos dias acções conjuntas para levar informação de segurança pública e de prevenção à criminalidade no seio das comunidades.











