Sobre um “barril de pólvora”: Islamitas pretendem assaltar o poder em Angola
A mediação que o Governo angolano tem levado a cabo, sob liderança do Chefe de Estado, João Lourenço, para se pôr fim aos conflitos armados em vários países africanos, com destaque para o da vizinha República Democrática do Congo (RDC), está a colocar Angola no foco de grupos expansionistas e interesses bélicos, sobretudo, os mais propensos ao radicalismo islâmico que já terão a “máquina” montada no interior do país.
Por: Alves Pereira
Não sendo novo, o assunto já tem sido motivo de diversas chamadas de atenção ao Governo e demais órgãos de soberania, para o facto de que “o islamismo em Angola tem-se comportado tipo ‘camaleão’, apalpando, pisando leve, passo sim, passo não, mas ganhando terreno e como que, despercebidamente, vai-se implantando na sociedade angolana”.
Dados a que se teve acesso permitem concluir que o “perigo está implantado no interior de Angola, podendo mesmo haver diversos paióis de armamento camuflados nas mesquitas, estabelecimentos comerciais e outras propriedades de indivíduos ou grupos islamizados”.
Nos últimos dias, face à intensificação da guerra na RDC, apesar dos intensos esforços despendidos por Angola e o Presidente João Lourenço na mediação do conflito, a que se chegou mesmo a um acordo de cessar-fogo que pretendia o aquartelamento das forças rebeldes do M23, com a entrada em cena de novos grupos armados, a instabilidade e a deterioração da situação piorou sobremaneira no leste e em outras regiões daquele país que tem uma extensa fronteira com Angola.
O ressurgimento dos conflitos e das actividades de diversos grupos armados, incluindo os rebeldes do M23, grupo que controla, desde Novembro de 2021, grandes áreas de território rico em minerais e continua a avançar e a consolidar a sua presença apesar de um roteiro para a paz acordado em Luanda, em Julho de 2022, é visto também como um perigo para a integridade e estabilidade de Angola.
Entre os diversos grupos que estão a semear o caos e a morte na RDC há os afectos ao Islão, dentre os quais o “Estado Islâmico” que tem reivindicado diversos ataques efectuados em localidades do país e “ceifa” milhares de vidas humanas.
Segundo especialistas, a intenção desses grupos que actuam, tanto na RDC como em outros países, é chegar a Angola, que é um dos seus antigos objectivos.
O Presidente João Lourenço, nos últimos dias, tem-se mostrado preocupado com a possibilidade de que, com o alastrar do conflito no país vizinho, a guerra chegue às fronteiras angolanas e tenha repercussões drásticas no território nacional.
Os especialistas consideram, entretanto, que é legítima a preocupação do Chefe de Estado angolano, mas além de ater-se apenas em impedir que a violência atravesse as fronteiras do país, deve estar atento a toda uma organização que já se instalou praticamente em todo território nacional.
Nesse sentido, é igualmente de suma importância que, enquanto se presta a máxima atenção ao que se passa nas fronteiras geográficas, se faça o mesmo para evitar ilegalidades graves, ou seja, evitar movimentações e comportamentos intoleráveis, concretamente ideias, hábitos e costumes adversos à moralidade e convenções angolanas.
Determinados governos e/ou grupos de indivíduos influentes estão a espalhar pelo mundo espiões em missões de busca de possibilidades de satisfação das suas necessidades em outras sociedades, incluindo em Angola, o que em interacção humana é natural, mas susceptível de reverter a acção sócio-política nacional, o que é bastante preocupante.
Tal fenómeno é uma característica de interesses de grupos estranhos, contra quem é preciso agir com inteligência e resiliência, para evitar que o mesmo possa disseminar no seio da população interferências negativas e ideias adversas, que aproveitam principalmente as fracas condições sociais, propícias à alienação e pretensões oportunistas perigosas.
Ainda de acordo com os especialistas, “é preciso pensar nisso a sério e saber proteger as tradições da identidade angolana, pois, a atmosfera social e política universal é complexa e difícil e qualquer descuido pode descambar em destruição e num banho de sangue de inocentes cidadãos”.
Invasão de Angola na forja há muito
Todo o cuidado é pouco e a invasão a Angola há muito que vem sendo paciente e minuciosamente preparada, tendo começado pela chegada massiva de cidadãos oeste-africanos que professam a religião muçulmana, em meados dos anos 90 do século passado.
De imediato, os islamitas apoderaram-se de todas actividades comerciais nas suas diferentes modalidades, desde as de menor expressão, como é o caso das cantinas e o pequeno comércio a retalho, às actividades de grande porte, como as importações, as cadeias de distribuição de bens acabados e os grandes armazéns, bem como o mercado paralelo de divisas, que é gerador de grandes lucros, entre outros.
De acordo com fontes bem colocadas, os muçulmanos estão cada vez mais a apoderar-se do controlo de novos sectores, como a agricultura, a indústria e, principalmente, o mineiro, onde já estão bem implantados.
Os citados expert’s afirmam que esta é a forma habitual com que estes indivíduos se infiltram e passam a controlar sociedades com pouca organização e carentes.
Contudo, as autoridades angolanas, ao longo dos anos, têm-se distraído das suas obrigações, quiçá por ignorância, por negligência, mas, sobretudo, por corrupção; nunca se questionaram de onde provem os fundos que esses indivíduos usam para fazerem os seus negócios.
Considerando que grande parte desses cidadãos oeste-africanos são provenientes de países pobres e chegam ao país em condições precárias, praticamente sem nada, em barcos de pesca ou atravessando ilegalmente a fronteira, como podem, em poucos dias, alugar ou comprar casas, abrir cantinas ou lojas, obter documentos e licenças de comércio, etc. Quem financia? De onde vem o dinheiro? Quem passa as licenças? São questões que deixam “pulgas atrás da orelha”!
Dessa forma, o islamismo em Angola, mesmo com a religião não autorizada oficialmente, expandiu-se de forma bastante rápida, abdicando mesmo da subtileza anterior, devido ao facto de, por negligência e/ou indiferença das autoridades, haver um ambiente mais favorável aos desígnios islamitas.
“Um aspecto peculiar em relação a um islamita, na sua virtude de ser muçulmano, essas pessoas têm uma filosofia da vida que define os princípios que regem as suas convicções que, no seu próprio entender, os faz acreditar que são sensatas. Isso proporciona-lhes um olhar carismático, que lhes é característico e esse carisma é o segredo de uma personalidade cujo contágio é naturalmente duplo, que consiste em persuadir para o Islão e depois, possivelmente, consciencializar no espírito da Jihad, que pode resvalar para a violência, o terrorismo, etc”, explicam.
“São como lobos disfarçados de cordeiros; parecem ser pessoas educadas e cautelosas, mas são perigosas, pois a timidez que demonstram não passa de uma característica do diabo. As pessoas podem ser charmosas, solidárias e generosas, mas o pensamento islâmico é perigoso. Sob a superfície do jeito tímido e afável de alguém que anseie alcançar um objectivo, esconde-se um astuto observador das fraquezas humanas, capaz de aproveitar-se das situações a seu favor e/ou da sua causa”, alertam os especialistas.
A transcensão do islamismo, ou seja, o expansionismo da militância do Islão (submissão), uma considerável organização religiosa que desde os tempos mais remotos é uma fonte dos mais graves problemas que têm afectado a humanidade, implica as maiores atenções, não só por parte do Governo e das autoridades em geral, mas também de toda a sociedade.
Como maneira de se instalar e conquistar espaço, socialmente, os islamitas interagem através de aspectos sociais e económicos, aproveitando-se, como já foi referido, de aspectos em que cidadãos locais e suas comunidades enfrentam consequências resultantes da pobreza; disfarçam-se de pessoas sem malícia para atingir o extremismo.
Intoxicação islamita e o perigo extremista
Os islamitas instalam-se nos territórios para onde vão com pretextos como negócios e outras formas de intercâmbio, mas acabam por constituir famílias localmente, facto que está a acontecer em Angola em larga escala, e influenciam outras pessoas com os seus ideais como se fosse a melhor e mais importante coisa do mundo.
Pelo que se tem visto, o islamismo é tão tóxico que, o senso de terror incuba-se no DNA do islamita.
Uma vez que a sua comunidade se expande consideravelmente, começam então a exigir direitos, em detrimento das leis instituídas e das regras sociais locais.
Neste sentido, quando um governo não cede às tais exigências, surgem atitudes anti-governamentais, anti-sociais e desencadeiam-se diversos actos terroristas premeditados e fatais, com alvos e vítimas em aglomerações humanas; assassinatos de responsáveis e funcionários de instituições públicas, de homens e mulheres de negócio, de elementos militares e de manutenção da ordem e tranquilidade públicas, com explosões de bombas em locais de espectáculos culturais, em estações de comboios, paragens de autocarros, aeroportos e meios de transporte públicos, inclusive aeronaves, etc.
O Governo deve, por isso, sem xenofobismos, regular e determinar regras incontornáveis para controlar a presença, em Angola, de estrangeiros islamizados, assim como limitar a sua circulação pelas localidades do país, limitando também a sua interacção com os cidadãos nacionais, no sentido de desencorajar a permanência dessas pessoas na sociedade angolana.
Recorde-se que por volta do ano 2010, segundo dados a que se teve acesso, um antigo director nacional dos Serviços de Inteligência Externa (SIE), cujo nome não foi revelado, “terá aconselhado o Governo a evitar a pretensão de certos indivíduos islamitas de investir no sector da Educação e construir uma universidade em Luanda, com financiamento proveniente da Arábia Saudita”.
Na mesma esteira, o Governo não pode menosprezar e tem que levar muito a sério a notícia que se tem divulgada PELO NA MIRA DO CRIME sobre a criação de um partido político por parte de islamitas em Angola, cuja intenção já tem sido anunciada de um tempo a esta parte, embora de forma velada.
Antes da realização das eleições-gerais de Agosto passado, já se propalava a criação do referido partido, que tinha mesmo a pretensão de obter a legalização para concorrer naquele pleito eleitoral.
Ao que se disse então, os seus mentores terão sido “aconselhados” a esperar, idealizar melhor o projecto, “conquistar” mais apoios internos e lançá-lo numa “oportunidade mais propícia” de formas a não correr o risco de ser chumbado.
Descreve-se que o projecto dos islamitas é apoiado por empresários da comunidade muçulmana com forte poder económico, entre os quais grupos de origem libanesa e saudita.
A criação do referido partido visa criar em Angola uma espécie de “quartel-general islâmico” para tirar vantagens políticas, sociais e económicas, gerando um ambiente de controvérsias que acabará por despoletar em conflitos, à semelhança do que tem acontecido em outras sociedades em que o islão tenta controlar e manipular o seu destino, segundo os seus critérios de subjugação de povos.
Outra referência ao assunto é a proliferação de mesquitas, escolas islâmicas, embora não autorizadas legalmente, em cujo interior, alega-se, guardam segredos inconfessos, e não se pode descurar que sejam também esconderijo de armas e de meios bélicos.
A desconfiança alastra-se aos armazéns e outros estabelecimentos comerciais, mesmo determinadas cantinas “estrategicamente” localizadas.
A situação vista tal como é, pelas experiências que se conhecem vividas por outros países, em vários continentes e, sobretudo, no continente africano, não pode ser tomada de ânimo leve.
A purga deve começar já, antes que o conflito armado chegue às fronteiras nacionais. Atenção! Não se trata de islamofobia, não se trata de racismo nem xenofobia.
Trata-se pura e simplesmente de segurança, da integridade territorial de Angola e da paz e bem-estar do Povo Angolano, que é um assunto inquestionável!











