NOTA NEGATIVA: Muçulmanos exibem as “garras” e insurgem-se contra as autoridades
A tentativa de invasão de indivíduos muçulmanos, maioritariamente oeste-africanos, na passada sexta-feira, 30 de Junho, ao posto do Serviço de Migração e Estrangeiro (SME) do distrito urbano do Zango, município de Viana, a que se junta a falta de esclarecimento público das autoridades sobre o caso, perigoso e mui preocupante, é a Nota Negativa da semana!
Por: Na Mira do Crime
O caso de muçulmanos impondo-se contra as autoridades no posto do SME no Zango, tal como o que se registou também nas províncias de Cabinda e do Bié, recentemente, em que fiéis do Islão manifestaram-se agressivamente, por alegado impedimento de realizar cultos e de observarem o Ramadão, por não serem oficialmente reconhecidos pelo Estado, é uma situação, gravíssima, que está a tomar proporções alarmantes.
Há muito que se vem alertando as autoridades angolanas para o grande perigo que pode representar para a nossa sociedade a presença maciça, em Angola, de estrangeiros islamizados que se infiltram nos nossos meios sociais, interagem com os cidadãos, manipulam suas consciências usando uma propaganda sub-reptícia, aproveitam-se da fragilidade das pessoas, principalmente daquelas menos evoluídas social e culturalmente, incutindo nelas ideologias deturpadas, entre outras ilusões.
A forma de interagir do islamismo com as comunidades é extremista, através da ditadura das mesquitas impõem as suas regras e influências.
As nossas irmãs e filhas, sobretudo de famílias mais carentes, são os principais alvos, porque, através de supostos “casamentos”, os indivíduos instalam-se nas localidades dos países para onde vão, com pretextos como negócios e outras formas de intercâmbio, fazem de tudo para constituir famílias localmente, o que lhes permite influenciar outras pessoas com os seus ideais.
Pelo que se tem visto, o islamismo é tão tóxico que, o senso de causar terror incuba-se no DNA do indivíduo.
Uma vez que a sua comunidade se expande consideravelmente, começam então a exigir direitos, em detrimento das leis instituídas e das regras sociais locais.
Neste sentido, quando um governo não cede às tais exigências, surgem atitudes antigovernamentais, anti-sociais e desencadeiam-se diversos actos terroristas premeditados e fatais, com alvos e vítimas em aglomerações humanas, assassinatos de responsáveis e funcionários de instituições públicas, de homens e mulheres de negócio, de elementos militares e de manutenção da ordem e tranquilidade públicas, com explosões de bombas em locais de espectáculo e promoção cultural e desportiva, paragens de transporte colectivo público, estações ferroviárias, aeroportos, inclusive aeronaves, etc.
O islamismo tem desfeito corações e divide nações, e tende a continuar na mesma senda. Na Mira do Crime, em alguns artigos que publicou, tem chamado a atenção do Governo e demais órgãos de soberania, para o facto de, o islamismo em Angola, “comportar-se tipo ‘camaleão’, apalpando, pisando leve, passo sim, passo não, mas ganhando terreno e como que, despercebidamente, vai-se implantando na sociedade angolana”.
Para atentos analistas, “o perigo já está implantado no interior de Angola, podendo mesmo haver diversos paióis de armamento camuflados nas mesquitas, estabelecimentos comerciais e outras propriedades de indivíduos ou grupos islamizados”.
Por tais motivos, é de suma importância que, enquanto se presta a máxima atenção ao que se passa nas fronteiras geográficas, se faça o mesmo nas diferentes localidades do país, sobretudo naquelas onde já existem comunidades muçulmanas, para evitar ilegalidades graves, ou seja, evitar movimentações e comportamentos intoleráveis, concretamente ideias, hábitos e costumes adversos à moralidade e convenções angolanas.
Determinados governos estrangeiros e/ou grupos de indivíduos influentes, estão a espalhar pelo mundo espiões em missões de busca de possibilidades de satisfação das suas necessidades em outras sociedades, incluindo em Angola, o que em interacção humana é natural, mas susceptível de reverter a acção sócio-política nacional, o que é bastante preocupante.
Tal fenómeno é uma característica de interesses de grupos estranhos, contra quem é preciso agir com inteligência e resiliência, para evitar que o mesmo possa disseminar, no seio da população, interferências negativas e ideias adversas, que aproveitam principalmente as fracas condições sociais, propícias à alienação e pretensões oportunistas perigosas.
Ainda de acordo com os especialistas, “é preciso pensar nisso a sério e saber proteger as tradições da identidade angolana, pois, a atmosfera social e política universal é complexa e difícil e qualquer descuido pode descambar em destruição e num banho de sangue de inocentes cidadãos angolanos”.
Todo o cuidado é pouco!
Ante a “indiferença” que tem sido demonstrada pelas próprias autoridades nacionais, cujos dirigentes na sua maioria são “micheiros” de gema e só se importam com o “vil metal”, a invasão a Angola há muito que vem sendo paciente e minuciosamente preparada, tendo começado pela chegada em massa de cidadãos oeste-africanos, geralmente de forma ilegal, que professam a religião muçulmana, em meados dos anos 90 do século passado.
De imediato, os islamitas apoderaram-se de todas actividades comerciais nas suas diferentes modalidades, desde as de menor expressão, como é o caso das cantinas e o pequeno comércio a retalho, às actividades de grande porte, como as importações, as cadeias de distribuição de bens acabados e os grandes armazéns, bem como o mercado paralelo de divisas, que é gerador de grandes lucros, entre outros.
Dessa forma, os muçulmanos estão cada vez mais a apoderarem-se do controlo de novos sectores, como a agricultura, a indústria e, principalmente, o mineiro, onde já estão bem implantados.
Esta é a forma habitual com que estes indivíduos se infiltram e passam a controlar sociedades carentes e com pouca organização. Como já referido, as autoridades angolanas, ao longo dos anos, têm-se “distraído” das suas obrigações, quiçá por ignorância, por negligência, mas, sobretudo, por corrupção e nunca se questionaram de onde provem os fundos que esses indivíduos usam para fazerem os seus negócios.
Considerando que grande parte desses cidadãos oeste-africanos são provenientes de países pobres, chegam ao nosso país em condições precárias, praticamente sem nada, em barcos de pesca ou atravessando ilegalmente a fronteira, como podem, em poucos dias, alugar ou comprar casas, abrir armazéns, lojas e cantinas, obter documentos e licenças de comércio, etc.
Quem financia? De onde vem o dinheiro? Quem passa as licenças? São questões que deixam “pulgas atrás da orelha”! Dessa forma, o islamismo em Angola, mesmo com a religião não autorizada oficialmente, expandiu-se de forma bastante rápida, abdicando mesmo da subtileza anterior, devido ao facto de, por negligência e/ou indiferença das autoridades, haver um ambiente mais favorável aos designíos islamitas.
Outra referência ao assunto é a proliferação de mesquitas, escolas islâmicas, embora não autorizadas legalmente, em cujo interior, alega-se, guardam-se segredos inconfessos, e não se pode descurar que sejam também esconderijo de armas e de meios bélicos.
A desconfiança alastra-se aos armazéns e outros estabelecimentos comerciais, mesmo em determinadas cantinas “estrategicamente” localizadas.
O caso do bairro Mártires do Kifangondo, em Luanda, é sui generis. Não se pode entender que uma localidade em plena capital de Angola, situada nas imediações do ainda único aeroporto internacional, tenha sido completamente subjugada às intenções dos muçulmanos, tornando-se como que uma “ilha” ou um pequeno “estado islâmico” no coração do nosso país.
Xenofobias a parte, a situação é preocupante e, sendo um caso de segurança, da integridade territorial de Angola e da paz e bem-estar do Povo Angolano, pelas experiências que se conhecem, vividas por outros países, em vários continentes e, sobretudo, no continente africano, não pode ser tomada de ânimo leve.
A purga deve começar já, antes que se perca o controlo e a violência e o terrorismo, cujas “garras” já estão a ser exibidas, se alastre pelas nossas comunidades e periguem a nossa gente.
Esta é a Nota Negativa da semana, mas o assunto não se esgota aqui e o Na Mira do Crime continuará a bater no assunto, que visa desestabilizar o país e, como já foi denunciado, tomar o poder em Angola!











