Conferência Regional: Ambrósio de Lemos e Paulo de Almeida destacam importância da reunião da INTERPOL
Decorre numa das unidades hoteleiras da capital de Angola, a 26.ª Conferência Regional Africana da INTERPOL, acto presidido pela Vice-Presidente da República, Esperança da Costa.
Por: Equipa Na Mira do Crime (No Hotel Continental)
O novo paradigma que o continente africano quer adoptar no combate ao crime organizado, está ser discutido por várias organizações de Polícia Criminal, e vai traçar estratégias para os desafios actuais da criminalidade transnacional.
Ambrósio de Lemos, ex-Comandante-geral da Polícia Nacional, disse aos microfones do Na Mira do Crime que o desenvolvimento da informação nos sistemas informativos e cibernéticos, estão em constante desenvolvimento, e está reunião será, com certeza, “um dos instrumentos capazes de contrapor a criminalidade cibernética e outros”.
De acordo com a entidade, a manifestação entre os vários países, no que diz respeito a informação, será tratada com maior rapidez, para que os países se possam interligar no combate a criminalidade internacional
Por sua vez, Paulo de Almeida, também ex-Comandante da Polícia Nacional, disse ser uma honra para os angolanos receberem essa reunião das polícias criminais, “que serve para análise do crime na nossa região”.
“É uma grande oportunidade para trocarmos informações e experiências, assim como analisarmos, sobretudo, alguns fenómenos dos crimes cibernéticos que muito vai ser discutido, e que hoje é também uma das grandes preocupações da sociedade”, disse.
Paulo de Almeida acredita que vão ser dias de algum debate, uma vez que, mundialmente, os crimes estão a tomar algumas proporções preocupantes.
“Daqui sairão soluções para melhorar a nossa eficiência de trabalho”, sentenciou.
A conferência regional aborda, dentre os vários assuntos, a Estratégia Regional Africana da INTERPOL no âmbito da prevenção e repressão à criminalidade organizada transnacional, com destaque para o cibercrime, crimes financeiros e de corrupção, tráfico de seres humanos e terrorismo, bem como o reforço da cooperação internacional em matéria policial e criminal.











