Ministro do interior reconhece esforços da INTERPOL no combate aos crimes transacionais
O Ministro do Interior, Eugénio Laborinho reconheceu, à margem do encerramento da 26ª Conferência Regional Africana da Organização Internacional de Polícias (INTERPOL), que decorreu em Luanda, que a instituição tem contribuído sobremaneira no combate aos crimes transacionais. No evento que decorreu durante três dias, fizeram parte mais de 350 delegados de paises africanos e de outros continentes
Por: Alfredo dos Santos Talamaku
A conferência que decorreu de 3 a 5 de Outubro, visou, dentre outros factores, definir medidas para o combate aos crimes transnacionais, no sentido de devolver o sentimento de segurança a nível Internacional.
O titular do Ministério do interior, disse ser um passo muito importante para o país ao acolher o certame da cooperação entre as Forças Policiais do mundo, tendo em conta as ameaças que os países assistem no âmbito da segurança durante os últimos dias. "As estrategias adoptadas durante os trabalhos em prol da prevenção e o combate a criminalidade transnacional são inequivocamente indispensáveis para o reforço da cooperação policial, acrescentando que as novas tecnologias irão contribuir para o descobrimento dos ilícitos, tendo em conta as tendências dos criminosos que desenvolvem novas formas de actuação", disse.
O ministro das Relações Exteriores, Tete António, reconheceu ser um ganho importante a realização da conferência da INTERPOL em Angola, sendo que a Organização está ligada ao combate ao mundo do crime. "A diplomacia não é apenas um assunto do Ministério das Relações Exteriores, mas sim de todas as acções desenvolvidas nos vários sectores, traduzem-se em ganhos para todo o povo", reforçou, sublinhando que a diplomacia não é só um assunto de diplomatas, é, sobretudo, um assunto de povos.
O vice-presidente da INTERPOL para África, Barba Baba Omar, disse estar satisfeito com os dados recebidos que indicam os esforços que Angola tem demonstrado no combate à corrupção. "Estou feliz pelo combate à corrupção em Angola; os dados demonstram que a taxa de corrupção baixou consideravelmente", manifestou .
Diante de mais de 200 países representados contou com mais de 350 delegados de países africanos, dos Estados Unidos da América, Canadá, Reino Unido, Austrália, Catar, Sérvia, Guatemala e da República federativa do Brasil, o Eugénio Labirinto garantiu que, fruto do trabalho de inteligência Policial Nacional coadjuvando a INTERPOL, varias medidas de segurança têm sido usadas no combate aos crimes, particularmente o combate cerrado ao tráfico de drogas.











